Psicóloga Responde

Dicas úteis para o dia-dia

Como Lidar com o Adolescente

 A palavra “adolescência” tem dupla origem etimológica e caracteriza muito bem as peculiaridades desta etapa tão dolorosa e ao mesmo tempo deliciosa da vida. Esta palavra vem do latim ad (a, para) e olescer (crescer) significando a condição ou processo de crescimento. Adolescência também deriva de adolescer, origem da palavra adoecer. Adolescente do latim adolescere, significa adoecer, enfermar. Temos assim, na origem desta palavra, um elemento para pensar esta etapa da vida: Aptidão para crescer (não apenas sentido físico, mas também psíquico) e para adoecer (em termos de sofrimento emocional, com as transformações biológicas e mentais que operam nesta fase).

Esta é a etapa mais difícil e ao mesmo tempo emocionante do desenvolvimento humano. Nesta época da vida, o sujeito, já não é mais criança e ainda não é um adulto. Mesmo em idade adulta, demoramos muito a sermos de fato um adulto, pois, chegar lá leva muito tempo, e é um processo onde em alguns quesitos, talvez, atingimos este amadurecimento, e noutros, ainda não. E claro que nunca alcançamos a maturidade completamente, pois, a possibilidade de evolução humana é, a meu ver, infinita.

Os jovens vivenciam este período acreditando que tudo é possível, e por isso mesmo, oscilam tanto entre os sentimentos de onipotência e impotência, pois, num primeiro momento, sonham que são muito poderosos e que atingirão suas mais utópicas aspirações. Na sua imaginação tudo acontece muito rápido, sem muitas batalhas, afinal, eles não têm paciência para esperar, eles querem resultados imediatos, no entanto, quando percebem que há um caminho a percorrer, e como toda conquista exige um empenho, eles acabam se frustrando consigo mesmos em suas expectativas: no seu poder de sedução, nas suas capacidades e nos seus recursos. E assim, eles podem despencar desde as mais altas aspirações até o mais profundo dos abismos.

Os adolescentes vivem intensas emoções, ora sentindo-se heróis e salvadores do universo, ora transformando-se em fracassados e incapazes. Estes jovens, ou sentem-se os melhores, ou os piores, não possuem o discernimento do meio termo, não experimentam o teste da realidade, eles vivem muito mais nas suas fantasias do que no mundo real. Eles estão com os hormônios à flor da pele e precisam de fortes emoções, ou então o oposto disso – são capazes de permanecer durante longos períodos trancafiados em seus quartos, sem ânimo para nada, “simplesmente” se adaptando a nova condição de ser

Ok! Este conhecimento é importante, tudo bem, mas, e agora? O que fazemos com essa informação? Na prática, no que ela pode ser útil? Nas próximas linhas você encontrará alguns itens sobre como funciona o adolescente e como lidar com este, dificílimo e, ao mesmo tempo, encantador ser:

1- O adolescente na escola, ou em casa, quer provocar as autoridades, seja o professor, orientador, bedel, diretor ou os pais. Ele precisa disto para se testar e também para provar aos colegas que ele “é o Bom”. – Se as autoridades entrarem no mesmo jogo e também quiserem provocar o adolescente, devolvendo na mesma moeda, como por exemplo, “mostrar quem é que manda aqui”, não haverá benefício algum para nenhum dos lados. Isto seria o equivalente a uma guerra de braço. A maneira de lidar com a presunção do adolescente é: não retribuindo com a mesma moeda, pois isto só reafirmaria esta sua maneira infantil de ser. Afinal: “se este “adulto” também age assim, deve ser isto mesmo. Esta conduta de afronta por parte de um adulto, só aprova este jeito arrogante de ser no adolescente” A maneira útil e produtiva de lidar com o adolescente rebelde é: Procurar a verdade sobre o que se passa com ele, e apresentá-la, por exemplo: – “Percebo a sua necessidade de me provocar, podemos até conversar sobre isso, mas, não estamos aqui para nos desafiarmos, então vamos ao que realmente interessa, ao que é produtivo e útil”… Nada substitui uma conversa sincera, sem a necessidade de impor moralismos. Um adulto que precisa se fazer valer da moral torna-se chato, irritante e tudo o que vai conseguir do adolescente será certo desprezo. Para não cair nesta categoria, sugiro um diálogo interno, de você com você mesmo, ao lidar com adolescentes, ou com o outro de modo geral. /como se dá este diálogo interno? É útil questionar-se daquilo que se diz e das atitudes que se toma, provavelmente este questionamento interno deixará a pessoa com algumas dúvidas e um tanto confuso, e esta forma de ser é muito mais favorável do que qualquer certeza absoluta, pois, alguém cheio de certezas estará fechada para outras possibilidades. Isto a torna um ser psiquicamente morto e praticamente chato, isto é, sem flexibilidade. E o adolescente, ou qualquer outra pessoa, tende a se esquivar e evitar o contato com alguém rígido ou inflexível.

2- Estes jovens precisam reasseguramento. Afinal, eles se sentem tanto seguros (na fase onipotente) quanto inseguros (na fase impotente), depende do seu momento. Além disso, eles desconfiam muito dos próprios recursos. – Vale à pena oferecer este reasseguramento, se ele de fato merecer, mas, nunca encobrir as falhas. “Por exemplo: -” Seu trabalho está muito criativo, você realmente tem uma imaginação e tanto. Mas há muitos erros de gramática. É uma lástima que estes erros possam tirar o brilhantismo desta redação. “Eu sei que dá trabalho, e talvez você ache meio chato estudar gramática…” (legitimar os sentimentos dele, não entrar naquele discurso: “tem que estudar e pronto, o que você sente não importa”). Continuando: “podemos pensar numa maneira mais interessante de estudar, talvez, você possa estudar com o Pedro que vai bem em gramática”. “Eu acredito que você daria um bom escritor”. . (se a colocação for verdadeira, é claro). Falar a verdade, a respeito das capacidades do adolescente, quando colocada de forma séria e franca, pode dar um belo empurrão no seu percurso de vida.

3- Ele precisa de desafios. – É importante que ele veja os estudos como um desafio. Ele precisa sentir-se instigado a querer conquistar. Adolescente necessita encarar o aprendizado como uma conquista. Para isso, o professor deve amar o que faz, tanto ensinar como também o assunto que domina. Porém, infelizmente, nem sempre é possível encontrar profissionais com este perfil, entretanto, o professor pode desenvolver estas habilidades, através de orientações para professores que levem a reflexão. Há possibilidade de elaborar conversas e palestras para os professores. Afinal, transmitir um conhecimento, sem dúvida nenhuma, é uma arte

4- Os hormônios podem atrapalhar a concentração nos estudos, ou o oposto, podem ser utilizados, justamente, para vitalizar a energia colocada no aprendizado. – O jovem tem muita energia, se ele receber motivação adequada, poderá canalizar esta força para aprender, Os próprios professores podem auxiliar o aluno a desenvolver este desejo do saber. O sexo oposto está em alta, nesta fase da vida, e isto pode ser usado a favor dos estudos. Como? O adolescente pode “aparecer” porque é bom/boa em matemática, ou em qualquer outra disciplina. O problema é que muitos querem aparecer como “palhaços”, isto acontece porque não confiam suficientemente em suas capacidades intelectuais, e/ou porque sua auto-estima está comprometida, e/ou porque procuram o caminho mais rápido para atingir seus objetivos e como veremos mais adiante, tudo o que vem rápido também acaba brevemente (não tem permanência e sustância). Eles/elas pensam que é mais fácil aparecer como palhaços do que sabichões, só que estão muito enganados, pois, as meninas/os podem até rir na hora da brincadeira, mas é momentâneo, logo isto acaba e as seqüelas serão: elas/eles vão preferir aqueles que aparecem de forma mais positiva, além disso, estes irão “chorar” depois, tanto pelas notas baixas, quanto pela perda de tempo em suas vidas e ao amadurecerem perceberão que não é interessante aparecer como um palhaço, só porque não havia outro jeito de aparecer.

Falando assim, fica parecendo uma lição de moral, porém, uma boa conversa, sem apontar o dedo no nariz do adolescente, nem abusar do poder, mas, perguntando, com verdadeiro interesse, o que se passa, querendo de verdade escutar o jovem é o caminho para auxiliá-lo. Ele quer e precisa ser levado a sério, mesmo que a principio ele mesmo não se leve, mas, uma vez que outra pessoa o considere importante, o recebimento deste olhar, é simplesmente transformador.

5- Os adolescentes estão completamente voltados ao prazer e não para a realidade – ou seja, querem prazer imediato, não conseguem perceber que este tipo de prazer é fantasioso e se desfaz da mesma maneira com que se fez, ou seja, imediatamente. O prazer que vem através de algum esforço é real e durável. -

Se  esta conversa lhe parece muito difícil. Então, vou falar da minha experiência com adolescentes, mesmo porque, não poderia falar sobre qualquer outra coisa – No meu consultório, costumo, antes de qualquer coisa, ouvir, de verdade, as questões do adolescente, seus dramas e histórias, que podem parecer tolas aos olhos de um adulto, mas, sei que nelas contém todo o universo deste adolescente. Com isso em mente, posso levá-lo tão a serio quanto ele próprio, ou ainda mais. Assim, através de validar seus sentimentos, suas fantasias, angustias medos e ansiedades, consigo um encontro com este adolescente. Se há encontro, significa que nós dois nos descobrimos um com o outro. Eu o escuto e agora, ele também pode me escutar e apreender o valor do real prazer.

Léa Michaan

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15 de Abril de 2010 - Posted by | adolescentes

78 Comentários »

  1. Boa noite!Tenho um irmão de dezesseis anos,ele mora comigo pois minha mãe deixav ele muito “largado”.Ele está muito atrsado na escola cursando 6série,a situação é muito delicada.Ele não consegue fazer amizades positivas no Natl se juntou com um grupinho e foram assaltar.Graças a Deus não conseguiram e não houve efeitos maiores..Conversei mujito com ele.Estou tentando,mas não vejo ele se esforçando.Queria muito me aproximar mais dele.Mas não sei como,minha companhia muitas vezes não é muito agradável,e tenho trabalho não tenho muito tempo para ficar com ele.Queria conselhos como faço para ajudálo a conseguir as coisas na vida.Como posso melhora para que possa ajudálo.Obrigada

    Comentário por Valquiria | 1 de Fevereiro de 2013 | Responder

    • Olá Valquíria, você disse que seu irmão estava muito largado e por isso você está cuidando dele. O fato de ter sido largado faz com que ele apresente o comportamento antissocial. Ou seja, roube e seja agressivo, etc. Isto e um grito de esperança para que o mundo veja o seu sofrimento, o quanto ele sente que o mundo roubou dele ao não ter provido a ele um lar, uma família estruturada e uma mãe boa e preocupada, que invista nele.
      Sugiro que você converse com ele, e nessa conversa escute-o. Pergunte a ele o que sente, o que pensa, e escute, levando muito à sério.
      Este menino está numa fase muito difícil da vida e não teve alguém junto a quem ele pudesse se constituir de forma satisfatória. Esta pessoa é você. Deixe que as questões dele entrem em sua subjetividade. Assim ele sentirá que é importante para alguém e será importante para si mesmo. Poderá investir nele: estudar, se cuidar…
      Saiba que você precisa ter muita paciência e o trabalho e grande,
      Seja forte,
      Sucesso,
      Léa

      Comentário por leamichaan | 3 de Fevereiro de 2013 | Responder

  2. E EM CASOS DE ADOLESCENTE BANDIDO TENTEI JÁ DE TUDO COM MEUS ALUNOS E O QUE HOUÇO É VAI TOMAR NO CÚ SEU FILHO DA PUTA, PORTANTO ME DESLIGUEI ( ELES FICAM LÁ QUEBRAM TUDO) SÓ GARANTO QUE ESTEJAM EM SALA. SE HÁ REALMENTE ALGUMA SOLUÇÃO QUAL É? AFINAL A ESPERANÇA É A ULTIMA QUE MORRE.

    Comentário por GUSTAVO | 22 de Fevereiro de 2013 | Responder

    • Pode ser que estes adolescentes apresentam o comportamento antisocial como forma de pedir ajuda. Eles fazem o inferno para comunicar o inferno que há dentro deles. Provavelmente são frutos de familias desestruturadas e não tiveram um lar e nem uma mãe suficientemente boa. Se você quiser ajudá-los encha-se de paciencia e olhe para cada um deles como um desafio. Chame em separado cada um para conversar e abra seu coração para ouvir as mágoas, as tristezas e o inferno que habita o coração de cada um deles. A sua escuta pode trazer um pouco de esperança e conforto para estes adolescentes.
      Saiba que será muito difícil transforma-los, mas a sua escuta pode fazer um bem muito grande. O tempo dirá, pode levar meses e até anos para que você possa enxergar os frutos de sua escuta ativa e por meio dela dar acolhimento e compreensão para estes adolescentes!
      Seja forte e paciente,
      Um abraço,
      Léa

      Comentário por leamichaan | 24 de Fevereiro de 2013 | Responder

  3. Boa tarde! Tbm tenho dois filhos adolescentes..e agora um bebe tbm. Tenho muitos problemas com os dois na parte de estudo..os dois ja reprovaram…isso é muito triste..pq sempre estamos discutindo…peço q estudem e eles dizem q vão mudar e nada acontece…dizem q fizeram a lição, mas percebo que fazem apenas p nao levar ocorrência do colegio…o mais velho esta sempre mentindo e ainda pra piorar ele vive se oferecendo para as meninas do colegio…(qualquer uma) e como ja vi suas conversas em sites de relacionamento (facebook) elas nem respondem as investidas dele e outras respondem grosseiras, ( com toda razão) mesmo assim, ele não desite. Fala de sexo com algumas…me assusta pq são coisas nojentas. Tento conversar…perco a paciência e acabo brigando…pq como todo adolescente me olha com aquela cara de que sabe tudo…queria formas de poder ajuda los…mas não sei como. O mais novo nao tem problema de relacionamento com outras meninas…ele é mais social…tem muitos amigos…os amigos gostam muito dele. O mais velho nao tem amigos e cada vez sinto que isso esta ficando pior. Penso que ele tenta forçar essas investidas com as meninas por se sentir sozinho…mas ja explicamos que da forma que ele utiliza não esta dando certo…mas ele diz vai parar, porém mal viramos as costas ele começa tudo novamente. Por que será que nao obedece e por que insiste com essas atitudes?
    Agradeço pelo texto que foi muito esclarecedor.
    Mônica.

    Comentário por Mônica | 4 de Março de 2013 | Responder

    • Quando um adolescente não quer estudar é sinal que ele sente que não vale a pena investir em si mesmo. Eh sinal que ele está com a autoestima baixa. No caso do seu filho mais velho você diz que ele se sente muito sozinho. Você além de exigir que eles estudem, façam a lição e pare de amolar as meninas também conversa? Voces tem diálogos? Conversar e dialogar não é passar sermão, mas escuta-los. Se interessar pela vida deles, querer saber o que eles sentem e o que eles pensam sobre tudo, não so escola. E onde está o pai? Se vocês não colocam a mente e as emoções a serviço deles, eles acham que não vale a pena investir neles e isto baixa a autoestima deles. Se vocês não investem tempo e dedicação para eles, é sinal que eles não são dignos de investimento e não investem neles mesmos. Não estudam e não fazem lição. Se vocês passam muito tempo cobrando lição, dá a impressão que só se interessam pelas notas deles, não por eles mesmos, e eles perdem o interesse em estudar.
      Sugiro que vocês comecem a se envolver afetivamente com seus filhos e deixem de cobrar as lições. Imagino que não deve ser fácil com o bebezinho. Sera que eles sentem ciumes do bebê? Eh do mesmo pai?
      Um abraço,
      Léa

      Comentário por leamichaan | 4 de Março de 2013 | Responder

      • Agradreço muito vc ter respondido…sim o bebe é do mesmo pai…esses dias parei para analisar o motivo que fazia ele ficar pedindo tanta atenção das meninas e pedir para namora-las ( ele tem 17 anos) faz tempo que faz isso. Por mais que estejamos sempre todos juntos e todos os dias…acho que ele é carente. Pq todas as suas atitudes são repreendida (ele é inconveniente em algumas atitudes e mente nos deixa sempre desconfiados) Sinto que estamos fazendo mal a ele, mas não consigo organizar nossas atitudes referente a ele. Quando vc me perguntou onde esta o pai…percebi o quanto ele pensa que é um ótimo pai pq faz tudo por eles…mas,precisa entender que eles precisam de carinho, atenção e aceite como eles são. Chega ser cansativo ver eles juntos..pq discutem por tudo…os filhos que estão na idade de achar que sabem tudo e o pai que não quer ficar por baixo. Queria ajuda-los a saber lidar com tudo isso. Vou mostrar para meu marido o que vc me escreveu dizendo que mudando em nossas atitudes com os dois quem sabe consigamos ver algum efeito nas atitudes dos dois.
        Novamente te agradeço foi bom ler seus conselhos ainda mais com sua experiência.
        Um abraço
        Mônica

        Comentário por Mônica | 6 de Março de 2013

  4. Ola boa noite, meu Nome e Mara e tenho um filho de 13 anos que tem se mostrado muito rebelde e ate um pouco agressivo de um tempo pra ca, sempre tive um a criacao muito rigida e acabo passando isso pra ele, ele est a mentindo muito pra mim, esconde as provas e nunca me fala a verdade, seu que ele and a se envolvendo com um a menina tbm, eu nao seu como lidar com essa situacao. Por favor me ajude!

    Comentário por maracamposmg@yahoo.com.br | 6 de Maio de 2013 | Responder

    • Olá Mara, penso que ele é rebelde, mente e esconde as coisas por causa da rigidez. A rigidez é a falta de acolhimento, compreensão, flexibilidade em aceitar o seu filho do jeito que ele é. Rigidez é a falta em oferecer ao seu filho um mundo em que ele possa ser criativo e ser aceito por você na singularidade dele. Esta rebeldia é em oposição à rigidez que ele foi “obrigado” aceitar desde bebe e durante a infância, por ser dependente ele não tinha escolha. Agora que ele entra na adolescência ele se opõe à tudo o que foi “forçado” a aceitar quando era menor.
      Chegou o momento de uma boa conversa com ele, mas nesta conversa você precisa de outra postura. Estar aberta para ouvir, aceitar, acolher, falar sobre a vontade de ser mais flexível. E de fato ser assim. Talvez para ajudar o seu filho você precise de algumas sessões de terapia para se libertar do registro de pai e mãe rígidos que você carrega em você. Isto é uma corrente transgeracional e você pode interromper e fazer seu filho ser mais feliz quanto filho e você ser mais feliz quanto mãe.

      Comentário por leamichaan | 7 de Maio de 2013 | Responder

  5. ola tenho uma filha de 17 anos querendo namorar sério um rapaz de má indole pensando em até sair de casa, ela está muito rebelde provocando muita briga no meu casamento.

    Comentário por gerson marques | 19 de Maio de 2013 | Responder

    • Você precisa agir com muita sabedoria e jogo de cintura. Se você brigar e exigir, esta sua atitude será análogo ao elástico que você puxa pra trás e sua filha voltará correndo para o namorado. Ela precisa sentir-se amada, compreendida, acolhida. Então será necessário conversar com ela. Ouvindo as razões que a levam para este namorado e depois de ouvir, conversar sempre dizendo e demonstrando que você não é a favor deste namoro porque a ama, porque quer o bem dela, porque não quer que ela sofra. A sua filha precisa sentir que ganhará muito mais estando com você do que com este namorado. Tenha paciência e aja com afeto!

      Comentário por leamichaan | 19 de Maio de 2013 | Responder

  6. boa noite! tenho 29 anos e tenho uma filha de 13 anos,nossa relação sempre foi muito complicada até porque tive que trabalhar e larga ela de mão em mão,sendo também mãe solteira.mais de uns tempo pra casa exatamente em dezembro do ano passado ela veio com uma agressividade fora do normal,e nos enfrentamos,sendo q tenho que trabalhar e ela se juntou com um grupinho na escola que e da confusão que por algum motivo ela sempre esta envolvida,já fui para o conselho tutelar 2 vezes e nem sei mais que rumo tomo,pois tento preencher o tempo que fico fora com presentes,roupas etc… sinto que estou estragando minha filha pois ela se tornou uma interesseira de primeira.no conselho tutelar pediu para eu fazer por mim e deixar ela de lado, negando esses mimos que venho fazendo com ela.mais acabo dando pois tenho muito medo de ela se envolver com drogas.ajude _me estou desesperada quero muito uma chance der mudanças com minha filha.por favor socorro….

    Comentário por viviane mendes dos santos | 27 de Junho de 2013 | Responder

    • Tudo o que a sua filha precisa é receber atenção, carinho, compreensão, dedicação, enfim: Amor.
      Você era muito jovem e provavelmente imatura quando ela nasceu. Você tinha 16 anos e precisava trabalhar e se ocupar de uma bebezinha, com certeza foi muito difícil pra você. Mas, agora, você já tem 29 anos e pode compensar o tempo perdido. Então se interesse pelo mundo de sua filha, pergunte com amor, não fazendo inquérito. Escute com muita atenção o que ela diz. Ajude-a à pensar nos probleminhas dela, envolva-se com as questões de sua filha. Abra a sua subjetividade para receber as emoções, os pensamentos e os sentimentos de sua filha. Só esta atitude poderá ajuda-la. Tente colocar-se no lugar dela e identificar-se com ela.
      Este gesto fará muito bem para ela e também para você!
      Um abraço,
      Léa

      Comentário por leamichaan | 1 de Julho de 2013 | Responder

  7. boa tarde tenho uma filha adotiva de 17 anos só tenho ela , de um anos prá cá ela esta saindo pera as baladas todas as sexta feira e só chega de madrugada com forte cheiro de bebida e fiquei sabendo por ela mesmo que fuma tambem não faz nada dentro de casa como lavar uma roupa ou ate mesmo um prato que come ,ela me parece muito real e verdadeira no que fala não mente. fico preocupado com horario de chegada não durmo até ela chegar e quando chega começo a brigar porque percebo cheiro de bebida e fico nervoso como devo proceder para não ter problemas no futuro e não causar discordia

    Comentário por felix | 15 de Julho de 2013 | Responder

    • O caminho para você se aproximar dela é demonstrando que ela pode confiar em você! Brigar com ela só irá afastá-la mais e mais de você e consequentemente poderá haver problemas no futuro. Isto é o que você quer evitar!
      Procure conversar com ela, e saiba que conversar não é passar sermão. Conversar é escutar abrir-se para compreende-la e depois de escuta-la, ela também irá escutar você. Saiba que uma moça adotada pode carregar um sentimento de revolta e rejeição e para amenizar estes sentimentos negativos, é necessário muito acolhimento. Só isso poderá evitar problemas no futuro!

      Comentário por leamichaan | 15 de Julho de 2013 | Responder

  8. A minha neta de 14 anos mora comigo a algum tempo. Ultimamente esta mto dificil a nossa relacão.Bate boca esta pemanente. Tento dialogar com ela mas esta mto dificil. Ela fez algumas sessões com picoterapeuta mas foi so no momento com o medico que ela melhorou. Pelo menos não fugiu de casa. Aceitei o namorado , converso mto com ele tornei amigo dele. Mas mesmo assim bate de frente comigo. A ultima briga foi que ela queria trazer uma amiga de outra escola para estudar em casa. Não sei onde ela conheceu a garota. Disse para ela trazer amigos da escola para estudar mas argumentou que eles não podiam, mas antes estudavam juntos. Qdo disse para ela falar a verdade ela me avancou e disse que eu estava dizendo que ela era mentirosa e não admitia. Por favor o que posso fazer para melhorar ?

    Comentário por iracema shimozato | 13 de Setembro de 2013 | Responder

    • Sua neta está revoltada. A melhor coisa para amenizar a revolta é não critica-la. Escute-a e procure aceita-la como ela é! Tente se colocar no lugar dela. Ela precisa sentir que você e sua casa são o lar dela. Um lar acolhe, dá afeto e compreende. Transforme a família de vocês numa nuvem quentinha e gostosa, tente rir com ela e falar de outras coisas além das obrigações e deveres dela! Pouco a pouco a revolta passa e a relação pode se tornar muito gostosa.
      Um abraço,
      Léa

      Comentário por leamichaan | 13 de Setembro de 2013 | Responder

  9. Oi tenho um filho de 16 anos, acho ele muito agressivo, respondão, não respeita ninguém, nem eu que sou a mãe e nem o pai. Fico muito triste pois ele me responde com muita autoridade, fala palavrão, fica só isolado no quarto no computador e celular. Tenho muito medo que ele siga mas companhias e siga o caminho errado, converso muito com ele, mas parece que ele não a mínima pra mim e minhas opiniões. Ele não quer saber de estudar, só quer saber de rua e namoradinhas, vai muito mal na escola e já tomou uma bomba. O pai é muito distante dele, já perdeu a paciência. Prefere se afastar, fechar os olhos pra tudo e deixar tudo nas minhas costas. Não sei o que fazer, como agir com essa rebeldia toda. Queria mesmo é que essa fase passasse logo e ele se tornasse um homem de bem, trabalhador e honesto. Me ajude como faço para lidar com tudo isso!! Choro tanto com o jeito que meu filho me trata, sem amor, com falta de educação, sem respeito algum. Estou muito cansada!!!!!! Um abraço!!!!

    Comentário por Mary | 18 de Setembro de 2013 | Responder

    • Ele está revoltado com a vida e o mundo e você está revoltada com ele. Precisamos interromper este circulo vicioso! Pare imediatamente de cobrar, de exigir, e fazer sermão e inicie uma nova relação com ele. Mostre que você tem interesse nas namoradinhas e nos interesses dele. Abra-se para o universo dele, e pouco a pouco ele começará a olhar você com outros olhos. Pergunte a ele como ele se sente me relação ao pai. Compreenda-o e acolha-o. Pergunte se ele precisa de dinheiro, ou alguma coisa, que você possa ajudar. Conforme ele perceber a sua mudança ele se aproximará de você. Vocês estão muito distantes, precisam se aproximar.
      Quando vocês estiverem mais próximos, você poderá dizer que está preocupada com ele, e pergunte como ele acha que você poderá ajuda-lo.
      Tenha paciência, escute o seu filho que ele escutará você, e mais importante do que tudo: Aproxime-se do universo dele!

      Comentário por leamichaan | 21 de Setembro de 2013 | Responder

  10. boa tarde;queria muito poder entender e ajudar minha enteada,ela faz 14 ano esse mês;quando ela nasceu meu esposo tinha 16 anos e a mãe + d 18;(obs:pai e mãe ñ conviveram) ela ficou poucos meses com a mãe e foi criada c/o pai e os avós paternos 2 tio e 1 tia;sendo q ela considera os avó^s como os pais;ela ñ chama meu esposo de pai e ñ o respeita quando passei a conviver c o pai dela ela tinha 8anos ,desse tempo pode ver q ela foi criada sem regra e sem limites ;sempre nas casas dos vizinhos e na medida q foi crescendo indo p/casa das tias só; em cidades vizinhas;e acabava aprontando,com 9anos ela já mandava carta p/rapazes bem mais velhos;ultimamente reprovou 2anos ñ quer estudar,respondia o professor e quer ser a engraçadinha da turma;brigou c o avô e veio morar com a gente (me dou bem com ela) uma vez escreveu umas cartas como se ia cometer suicidio por o pai ter tomado o celular como punição das rebeldias e reprovação na escola,depois de tanta rebeldia fui com ela n psicologo;conselho tutelar e a encaminharam p/creas onde teve algum acompanhamentos de psicologa;ela ñ obdecia o pai e volto p/casa dos avós,depois foi passar uns meses c/ agente novmente e ficava indo ajudar a tia; e ficou por lá uns meses;conheceu um rapaz de 18anos começou a namorar(antes já teve outros)descidiu q queria viver com ele;o pai e eu conversamos com ela e o rapaz sob;q eles terminar os estudos,muito novos,vida de casado,conseqëncias de um casamento por impulso (ñ tinha nem 2 meses d namoro)decidiram casar n fim d ano(2013)começou sua vida sexual,voltou a morar c avó e mudou de escola e bairro,começou a ficar com um e com outro; o namorado terminou;continua dando trabalho n escola;e a escola recomendou psicologo;obs:a mãe passa ano sem ver é raro ligar;sempre tem o q quer e quase sempre vai p/onde quer;foi crianda vendo tios e pai (antes d casar) com liberdade de levar muitas mulheres p/casa,fara….tem 3 irmãos (1 de pai e 2 de mãe)um dos tios é muito grosso diz palavras grosseiras e poucos tentam ajudar;sempre tive vontade de poder ajudar q ela se torne alguém melhor;;;;;sei q é um texto longo más queria poder passar detalhes q possa me ajudar a fazer algo p ela!!!!fico grata se me responder!!

    Comentário por jane | 25 de Setembro de 2013 | Responder

    • Esta menina foi abandonada pela mãe e sente-se um estorvo, uma pedra no sapato para o pai e para toda a família. Ela é imensamente carente e sente um alívio no carinho que recebe por parte dos garotos. Este carinho é apenas um alívio imediato, mas não a satisfaz porque os garotos estão focados na satisfação pessoal e não na menina. Ela precisa receber afeto de forma constante e duradoura e estes garotas não possuem recursos para dar. Ela apresenta um comportamento antissocial como sinal de esperança, um pedido de socorro. Uma forma inconsciente de dizer ao mundo que ela não está bem.
      Esta menina precisa ser adotada por uma família estruturada que esteja disposta a escuta-la e acolhe-la. Receber um lar estruturado onde ela possa se apoiar e descobrir que pode ser amada. A autoestima dela está em frangalhos. Só depois que estas necessidades básicas forem satisfeitas, ela poderá se ocupar com o próprio desenvolvimento: estudar.
      O seu gesto em escrever para mim denota predisposição para cuidar da menina. Quem sabe esta família pode ser a sua? Escute-a e abra espaço dentro de sua subjetividade para ela. Procure identificar-se com ela e prover a ela o que necessita para se tornar uma menina saudável psiquicamente, emocionalmente e feliz!
      Um abraço,
      Léa

      Comentário por leamichaan | 29 de Setembro de 2013 | Responder

  11. Boa tarde, tenho uma filha adolescente de 13 anos, tive ela com 19 anos, ela se criou praticamente com a avó, eu me casei ei tive uma outra filha q esta com 6 meses, trouxe ela morrar comigo mas ela não conseguia se adaptar, e diz não gostar do meu esposo,desde entao começou a dar problemas,ai ela voltou a morrar com a avó,
    Mas de uns tempos para ca ela tem dado muitos problemas na escola diz q vai pra escola e n vai, quer sair de noite, quando sai amanhece fora de casa, ja fomos no conselho tutelar ela esta indo no psicologa, mas acho q nao esta adiantando muito!
    Ela nunca fala onde esta quem sao seu amigos, a principio não a indicios que esteja envolvida com drogas bebidas etc.Por favor me ajudem. Obrigado

    Comentário por Rosiane | 16 de Outubro de 2013 | Responder

    • Sua filha esta sofrendo demais sentindo-se muito carente. Ela se sente rejeitada pelo pai e dói muito no coração dela ver a irmãzinha sendo amada, acolhida e querida pelo pai e pela mãe. Quando ela foi morar com vocês ela sofreu mais ainda porque convivia com a irmã, vendo a vida ofertar o que lhe falta e o que ela mais deseja sendo ofertado para a irmã. Quando a gente deseja, ou precisa de algo e não tem dói ver que o outro tem. A irmãzinha usufrui do afeto que a sua filha sente que roubaram dela. Por isso ela se revolta. O adolescente quando sofre é um rebelde. Sua filha esta com a autoestima muito prejudicada e por isso não tem motivação de investir em si mesma, portanto, não vai a escola. Ela precisa receber muito carinho, amor, atenção e necessita que você procure-a todos os dias, não para passar sermão, e sim para escutá-la, compreende-la e ama-la. Este é o remédio que ela precisa. Converse com a avó para que possa compensar a menina com o amor que ela sente que lhe faltou.
      Um abraço,
      Léa

      Comentário por leamichaan | 17 de Outubro de 2013 | Responder

  12. Boa noite, tenho uma filha de 12 anos q não tem limites, desde 12/2012 ano passado dá trabalho, sou mãe solteira de 38 anos, o pai a via de 2 em 2 meses, mas anda com descaso e não aparece mais. Quando falo a ele de problemas dela , só sabe criticar e não faz nada p ajudar. Desde os 5 anos dela começou ter vontade própria e gritaria fora do normal. Aos 8 na escola levava advertência o tempo todo, e ocorria mta briga. ah com 5 anos ela foi diagnosticada c altas habilidades e um pouco hiperativa. frequentou por algum tempo e parou altas hab.. O fato é q sempre deu problema de advertencia e suspensão na escola, esse ano teve muitas já na 4ª escola. Ela sempre, até o ano passado era uma menina carinhosa e companheira, até obediente e me ajudava. Desde de janeiro começou a mentir e a dormir em casa de colega e ia pra balada,chegava de manhã. várias vezes passava o dia fora em casa de colega, e outras dormia fora, sem meu consentimento, pois não aprovo isso. Uma vez ela ficou 4 dias/noi na casa de uma menina perigosas q até cheiravam loló, não anda mais com elas. Já fui duas vezes no conselho tutelar, fui na assistente, ms td continua igual. Ela ainda dorme fora, Sou cristã e ela tá desviada. Está indo em uma igreja evangélica mas por brincadeira e amizades, mas essas amigas são más companhia, já vi conversas absurdas delas no facebook sobre namorado e sexo, Dou conselhos a minha filha e não adianta, acho um absurdo ela ter mais de 2000 amigos no faceb. No meio do ano ela me respondeu e eu fui bater nela e ela veio me agredir. Ela começa a discutir e não para e fala alto. Ela não me obedece. Ela tem sido mto rebelde, não me respeita e não me ajuda e n quer fazer nada em casa. O quarto dela tem roupa jogada no chão e sapatos p todo lado.é uma bagunça e ela n liga. Vai á shopping c as colegas, não me pergunta se pode.O pai disse que não quer ficar com ela. Mandei ela p avó e ficou 2 semanas e meio,antes fiz recomendações de melhoras,voltou p minha casa e parece q não adiantou, começou td de novo, chega meia noite, e até 2 da manhã, continua dormindo de vez em quando na casa de colega, são mtas da escola e vizinhas de rua. Ela diz q ainda é virgem. Uma vez fiz um teste de TDHA pela internet e deu positivo, tenho encaminhamento pro neuro, ms ainda não fiz. Acho ela um pouco precoce, ela parece ser normal, mas suas atitudes são fora do normal. Me ajude Léa , por favor , já sofri mto esse ano por td isso! obrigada.

    Comentário por Rosa | 23 de Novembro de 2013 | Responder

    • Olá Rosa, sua filha está rebelde porque sente falta de amor paterno. Esta menina precisa se sentir muito querida, amada, compreendida. Ela precisa ter a segurança que na casa dela haverá acolhimento para as inquietações dela, caso contrário, ela procura este acolhimento fora. Seja carinhosa, escute-a com atenção e não pase sermões. Esta menina precisa gostar de ficar perto de você. Se interesse de verdade pela vida dela e pelo mundo interno: os pensamentos e os sentimentos dela. Escute de forma atenta, identificando-se com ela. Este é o melhor camilnho para ajudar a sua filha e fortalecer o vinculo de vocês duas. Ela deve sofrer muito quando vê que você quer mandar ela pro pai, pra avó, ela se sente um trambolho para todos e se revolta mais e mais.
      Demonstre carinho, amor, seja acolhedora e não a ameace de mandar embora.

      Comentário por leamichaan | 24 de Novembro de 2013 | Responder

  13. Querida Léa, mto obrigada pela ajuda e recomendação, já estou colocando em prática. Vc é um amor.
    Q Deus te abençoe..

    Comentário por Rosa | 24 de Novembro de 2013 | Responder

  14. Boa noite! Eu tenho uma filha de 16 anos que sempre foi a maior bencao da minha vida. Ela tem comportamento amavel e um tanto introvertido, mas sempre fomos muito chegadas. O problema eh que recentemente ela arrumou um namorado de 27 anos e nenhuma de nos sabe lidar com essa situacao. Eu tenho duvidas quanto ao carater dele porque, num momento meu de desespero, eu invadi o celular dela, e vi o tipo de mensagens que ele envia pra ela. Em algumas mensagens se ve claramente duplos sentidos com conotacao sensual, outras mensagens em que ele faz queixas de mim e da minha familia, como se tentasse joga-la contra nos. Eu por mais que tente nao consigo aceitar esse namoro, tentei por diversas vezes conversar com ela e abrir seus olhos, mas ela so ve o que lhe convem e ja nao sei mais lidar com essa situacao. Meus amigos e familia dizem que eu devia proibir, mas eu nao queria reprimir os sentimentos dela a esse ponto. Eu nao queria ver seu sofrimento imposto por mim. O pai dela eh ausente. Ele a ve 2 vezes por ano, devido as mais diversas justificativas. Nao posso contar com ele. Ela diz que nunca esteve tao apaixonada na vida, se queixa do fato de rejeitarmos o namoro, e julga nao haver nada de absurdo na diferenca de idade deles, tampouco no comportamento dele. Recentemente eu impus a condicao de eles so se verem dentro do nosso pequeno condominio. Falei com todas as letras que sair junto estavau proibido, e cheguei a ameaca-lo de fazer queixa de sequestro se minha condicao fosse desrespeitada. Minha intencao foi mostrar pra ele que vai ser ele quem vai ter que se curvar a um namoro de adolescente, da idade dela, e nao vai ser minha filha a seguir o ritmo dele, de adulto. Eles respeitaram.. mas essa condicao falhou. Os vizinhos vieram se queixar porque certamente aquela cena os chocou como choca a mim. Chegaram a falar que estavam namorando no condominio de modo a exceder a moral do lugar. Apesar de eu acreditar que esse comentario foi exagerado porque havia cameras e porque confio na minha filha, passei a me preocupar com a reputacao dela. Agora nao sei mais o que fazer! Nao quero abrir as portas da minha casa para dar a ele intimidade, nao quero que ele passeie com ela fora do condominio porque nao confio nele, e nao posso mais deixa-los namorar no condominio tambem.. Ela se queixa de eu nao deixa-la crescer. Mas o problema pra mim eh nao confiar nele, por tudo que ele representa. Eu tive minha filha com a mesma idade que ela tem agora, e absolutamente nao posso deixar que ela seja manipulada e estrague sua vida por causa de um relacionamento desequilibrado.. Estamos todos sofrendo com essa situacao e eu absolutamente me sinto perdida.

    Comentário por Caroline | 11 de Dezembro de 2013 | Responder

    • Você diz que a sua filha está apaixonada por ele, então, o melhor que você tem a fazer é recebe-lo muito bem, aproximar-se dele e conquistar a amizade dele. Assim você ganha os dois, a sua filha e ele. Se você não se aproximar dele, corre o risco dela se afastar de você. Saiba que quanto mais você for contra e proibir este namoro, mais ela vai desejá-lo. Convide-o para jantar com vocês, converse com ele e acolha-o. Sua atitude poderá transformá-lo em seu amigo e não em seu inimigo. Ao invés de proibir a sua filha de namorar, procure conversar com ela, escute-a e esteja aberta para ouvir que ela pensa em transar com ele. Se ela disser isto, respire fundo e instrua-a de forma afetiva, fale sobre as proteções necessárias para não receber alguma doença sexualmente transmissiva, fale sobre métodos anticoncepcionais e pensem sobre uma consulta ginecológica. Isto é ser mãe. Difícil né?
      Te desejo força e se você precisar de algum respaldo psicológico, procure um psicólogo para te orientar. Se você mora em São Paulo, fique a vontade para me procurar: 11- 2628-1439.
      Um abraço,
      Léa

      Comentário por leamichaan | 12 de Dezembro de 2013 | Responder

  15. ola minha filha tem 15 anos e me disse que gosta de mulher mas ja foi apaixonada por um garoto so que eu a imopedi pois so tinha 11 anos e ele 16. não sei como lidar com essa situação. no primeiro momento brigamos muito agora não consigo conversar mais. não aceito que ela tenha ja sua opçãp sexual definida. sera que é apenas uma fase de experiencia ou foi uma maneira que encontrou pra me castigar por não ter aceitado o namorado com 11 anos.

    Comentário por maria ciana de souza alves | 11 de Dezembro de 2013 | Responder

  16. Olá!Tenho um filho de 16 anos que esta andando com uns meninos que não me agradam, não são boa coisa.Ele se acha o mau, o poderoso, fala pra mim que não tem o coração bom, que é malandro mesmo, que ele é pior do que eu imagino.Ele trabalha, estuda, mas me maltrata, me responde, me faz chorar muito.Estou desesperada, por que quero controlar tudo o que ele faz, onde vai, com quem, por mim deixaria ele preso dentro de casa, fora desse mundo em que a gente vive hoje em dia.Falei que iria mudar de casa, mas ele disse onde formos eu arrumarei amizades assim, que se pareçam comigo.Por favor o que faço!!!Obrigada

    Comentário por Adriana | 16 de Dezembro de 2013 | Responder

    • Olá Adriana, a idade que seu filho está passando é critica. Penso que por causa de sua preocupação, você passa o tempo todo exigindo, cobrando, ameaçando, fazendo inquéritos, etc. Então a relação de vocês está desgastada e desgastando cada vez mais. Você precisa reconquistar o seu filho. Como fazer isto? Conversando sobre temas agradáveis para ambos. Conte alguma coisa interessante que aconteceu no seu dia, sem cobrar, sem exigir e sem passar sermão. Mude o tom da conversa. Ria e se divirta junto com ele. Seu filho precisa reaprender a gostar de falar com você, e você precisa deixar de a cada vez que chegar perto dele “ser chata” (desculpe o termo). Vocês se reaproximarão e ele poderá confiar mais e conversar mais com você. Quando você conversar com ele pergunte-se a si mesma: Será que isto que eu digo é chato? Se for, você estará afastando-o de você. Se a conversa for agradável, você estará aproximando-o de você!
      Felicidades,
      Léa

      Comentário por leamichaan | 16 de Dezembro de 2013 | Responder

  17. Oi minha querida!Obrigado por ter me respondido, vou me policiar para agir assim como vc me aconselhou.Deus t proteja e a abençoe.Feliz Ano Novo

    Comentário por Adriana | 16 de Dezembro de 2013 | Responder

  18. Olá.. tenho um filho de 16 anos e sempre demos td q ele quis na medida pudemos. Estuda em escola particular, sempre converso com ele sobre a importância de estudar pra ser alguem na vida, mas ele é apenas mais uma cadeira na sala de aula.. n estuda, não faz tarefa, apostilas em branco, caderno desorganizado, não separa as matérias. No início de 2013 me mudei do interior pra morar no RJ e deixei ele na tia pq ele não queria vir de jeito nenhum. Mas sabendo q n tinha pais, vivia na rua em festinhas e voltava de taxi como se fosse dono do próprio nariz. Chegou a beber bebida alcoolica na casa de um amigo q os pais certamente permitem. Então eu resolvi trazê-lo pra morar conosco, seus pais. Mas ele veio mais rebelde ainda, me responde, só quer jogar no computador, chega a ficar sem comer por conta disso.. se eu deixar ele vira a noite ali. Eu não permito isso então coloco regras, converso, explico q isso não dá futuro, mas ele me afronta com ironia, fica se comparando com a irmã pequena, diz q não tem nada, q ngm dá nd pra ele, se faz de coitado, coisa q ele não é. Larguei meu trabalho pra ficar com meus filhos, me dedico 24 hrs a eles, levo em festinhas, busco a hr q for, levo nos amigos, na academia, onde ele quer eu levo e busco, dou dinheiro pra comer, faço as comidas q ele gosta.. Não sei mais o que fazer! As conversas são sempre cobrando pq ele não quer sair com a gente, só quer ficar no computador pq não tem amigos aqui no Rio, moro num condomínio que parece um clube e ele não quer fazer amigos, nunca desce! Nem qndo chamo pra ir comigo! Ele não me ajuda em nada em casa, se peço, faz reclamando e sempre pergunta o q a irmã fez. Não quer estudar, não quer trabalhar, não quer nada!!! n tem iniciativa pra nada! Só enxerga o lado negativo das coisas, tudo é difícil, encontra dificuldade nas pequenas coisas. Não sabe mas tbm n procura aprender. O q eu faço??? :(

    Comentário por Erika | 3 de Janeiro de 2014 | Responder

    • Olá Erika, seu filho sofre muito com o amor que vocês dão à irmã. Você diz que ele se faz de coitado, saiba que quando nasce um irmão, o mais velho sofre tanto como se o seu esposo trouxesse uma outra mulher para casa e te dissesse: Não se preocupe, eu vou amar você do mesmo jeito que eu amo ela, eu te darei as mesmas coisas que eu darei para esta nova mulher, vou tratar as duas da mesma maneira. Esta é a dor.
      Ele sente que não bastou pra vocês e por isso vocês tiveram a irmãzinha. Se ela é de outro casamento, a dor á maior ainda, porque o pai dele o deixou, porque seu atual se dedica mais a filha, porque ele se sente um estorvo, ele capta que é uma tranqueira pra vocês e por isso se comporta como uma tranqueira. Ele comunica inconscientemente o que sofre. Este menino precisa de afeto, mais afeto e mais afeto. Saiba que cada olhar de afeto que você dá a menina, ele se sente excluído e rejeitado. Ele sente que você paga escola, dá dinheiro, faz a comida dele, mas não investe amorosamente e afetivamente nele, por isto ele também não investe em si mesmo, ele não estuda, etc. Ele encontrou nos jogos do computador uma maneira de fugir do mundo e esquecer dos seus sofrimentos. Ele te ama muito e não ta tolerando ficar de fora da relação que você tem com a filha. Ele precisa receber disponibilidade de você. Estar disponível para ele é escutá-lo, levar a serio o que ele diz, se condoer das dores dele. O comportamento antissocial que seu filho apresenta é um sinal evidente de pedido de socorro. Ele imagina que a irmã roubou o espaço que ele tinha dentro do coração de vocês e isto dói muito.
      A autoestima do seu filho está sendo destruída e se ele não é merecedor de afeto e disponibilidade ele sente que é um porcaria e não vai investir em si e nem na vida. Cuide dele não por obrigação de mãe, mas por amor. Ele sofre.
      Te desejo força, que seu coração se abra para leva-lo a sério no que ele diz e no que ele sente.
      Felicidades,
      Um abraço,
      Léa

      Comentário por leamichaan | 5 de Janeiro de 2014 | Responder

      • Obg por me responder.. meus filhos são do mesmo pai e q tbm é meu marido.. Vou conversar com ele para q juntos possamos nos unir e dar esse carinho e afeto q falta para meu filho! Mto obg.

        Comentário por Erika | 6 de Janeiro de 2014

  19. Eu tenho um filho de 19 anos q saiu de casa da pior maneira possível, acabou de dar baixa no exército e teria q voltar pro trabalho, pois trabalha desde os 16, o problema maior é q ele após uma briga minha com o pai ele pediu q eu escolhesse entre eles dois, e claro q isso não é possível, o pai tentou se retratar com ele, pois mesmo sendo um pai q não deixa faltar nada material, não sabe expor seus sentimentos e isto criou atritos entre os dois. Meu filho diz a todos q detesta o pai e não pode viver na mesma casa q ele. O q faço pra ter meu filho de volta???

    Comentário por Viviane Flores Ferrara | 12 de Janeiro de 2014 | Responder

    • Você vive no fogo cruzado entre o filho e o marido. Você precisará ser muito sábia para mediar o que acontece entre estes dois. Em primeiro lugar, saiba que o seu filho pode estar morando em outro lugar e vocês podem estar muito próximos. Converse e escute-o. Isto aproxima vocês. Penso que seu filho e o seu marido brigam porque disputam você (inconscientemente). Seu trabalho será aproximar os dois. Não tomar partido, enxergar o lado de cada um deles, dar espaço para eles desenvolverem a relação. Parece que há uma dificuldade em viver a relação triangular pai-mãe-filho. a dinâmica familiar é binária ou mãe-pai, ou mãe-filho. Você pode promover esta forma de relacionamento sendo muito sábia, procurando não entrar em complôs. Seja paciente e promova estes encontros: almoços, jantares e situações familiares que propiciem a relação triangular.
      Um abraço,
      Léa

      Comentário por leamichaan | 14 de Janeiro de 2014 | Responder

  20. Olá, Léa! Sou mãe de uma menina de 14 anos e meio e de um menino de 10. Minha filha é muito madura para a idade, responsável, estudiosa, querida por todos. Dos professores, amigos, parentes e vizinhos só recebo elogios, dizem sempre “Que menina doce, meiga e educada”. No entanto, aqui em casa, ela parece uma outra pessoa. Desde pequena seu temperamento é forte, mas na adolescência isso aumentou. Mostra-se mal-humorada na maioria dos dias, o tratamento dado a mim e a seu irmão é quase sempre de desprezo, impaciência, grosseria e aspereza ao falar. Sou divorciada há 3 anos e meio. Ela vê o pai semanalmente e os dois se dão muito bem, minha filha é incapaz de alterar o tom de voz ao se dirigir a ele. O processo do divórcio pareceu bem aceito por ela na época, mas agora percebo que há um ressentimento por eu ter tomado a decisão. Já lhe perguntei isso, mas ela nega.Sinto que ela me odeia em alguns momentos. Nossa vida mudou bastante, principalmente na questão financeira, por isso, desde que me divorcie, trabalho mais horas e fico pouco tempo em casa. Nos fins de semana procuro fazer programas em família. Estou no meu limite, às vezes me pego aliviada por ela não estar em casa, seu comportamento tem criado em mim antipatia por ela. Sinto-me culpada e péssima com isso. É claro que eu amo minha menina! Só estamos precisando nos entender. Ela fez terapia ano passado e sua psicóloga me disse que ela reclama de mim e não se enxerga fazendo tudo isso que eu narrei. Sou tranquila, mas não admito filho gritar comigo. Já cedi em muitas coisas, faço vistas grossas para o quarto desarrumado, a cozinha, a preguiça, etc…mas respeito entre as pessoas da casa é fundamental. Seu texto já me deu algumas dicas sobre o que eu preciso mudar em relação a ela. Se você puder me orientar de maneira mais direta, ficarei bastante grata.
    Abraços!
    Renata

    Comentário por Renata Soares de Mendonça | 13 de Janeiro de 2014 | Responder

    • Olá Renata, será que ela se ressente da sua relação com o menino? Procure propiciar momentos bons entre vocês duas: assistir algum filme que ela goste comendo pipoca e se divertindo juntas, passear ou andar de bicicleta, enfim fazer programas que vocês duas tenham boas experiencias na convivência. Tente perceber se quando vocês estão juntos você dá mais atenção para o menino. Procure se interessar pelo mundinho dela: amigas, escola, garotos, etc…
      Você precisa abrir espaço dentro de você, tendo predisposição pra ela e também fora, na rotina de vocês em que vocês possam viver momentos bons. Quando ela for agressiva, não bata boca com ela, diga apenas que ela magoa muito você, e retire-se. Este ato deixará claro que você não admite falta de respeito.
      Quando vocês estiverem tranquilas, pergunte a ela o que sente e o que pensa sobre a separação e sobre a vida que vocês estão levando. Escute-a com atenção, e acolha o que ela diz. Não precisa mudar de vida, mas escutar e aceitar os sentimentos dela. Além disso, a idade que ela está é critica. Nesta idade é normal se revoltar contra a mãe. Ela precisa desenvolver a própria personalidade e ser do contra para ser ela mesma.
      Lidar com a sua filha requer paciência, compreensão e pre disposição.
      Um abraço,
      Léa

      Comentário por leamichaan | 14 de Janeiro de 2014 | Responder

  21. Boa noite Lea.
    Tenho uma sobrinha de 16 anos que esta passando essa fase da adolescencia muitodificil.
    Desde cedo, a mae dela largou o marido (meu irmao) e foi viver com outro homem. Acabou tendo outros filhos e hoje em dia ela perdeu o controle sobre a menina. Nao estou aqui como protetor do meu irmao, pois tenho certeza que os 2 sao os culpados dessa situacao toda. Meu irmao acabou constituindo familia tambem (sem filhos dessa uniao), pois a atual mulher dele ja tinha 3 filhos.
    Vamos aos fatos. A mae dela nunca quis nada da vida, quando casou com meu irmao, so fcava prostada no sofa vendo tv. Tudo que ela começava a fazer não terminava. Quando a situação apertou, ela arrumou um emprego mais tres meses depois estava gravida da adolescente em questao.
    Com relação ao meu irmão, tambem sempre foi muito passivo com tudo, na relação com a ex mulher, com a filha e etc.
    A uns 2 anos atra, a minha sobrinha foi morar com ele, nesse periodo ela esteva bem na escola e na relacao com os familiares, porem quis começar a namorar um garoto de 20 anos e meu irmao nao aceitou no começo. Com isso fez chantagem com a mae e foi morar com ela novamente.
    Desde entao as coisa ficaram ruins. Depois de tanto amor com esse rapaz e nos todos termos aceitado e dado um rumo no namoro dos dois, nao sabemos por qual motivo ela acabou traindo o mesmo e se envolvendo com outros garotos, que inclusive sao envolvidos com drogas.
    A mae dela nao tem e nunca teve pulso para lidar com ela, que esta muito debochada, agressiva e falando que vai engravidar e sair de casa.
    A mae entao chamou meu irmao e quer que a garota volte a morar com ele, sendo que ela nao quer.
    Tenho tentado orientar eles sobre a situação, mais esta complicado. Gostaria de ter uma visao de um profissional como você sobre essa situação e de como procedermos.
    Desde já agradeço.
    Grande abraço

    Comentário por eduardo motta | 17 de Janeiro de 2014 | Responder

    • Sua sobrinha procura maneiras de se rebelar. O comportamento antissocial que ela apresenta é um pedido de socorro. É um modo dela mostrar que não está bem, que precisa de ajuda, que sofre por se sentir rejeitada, excluída, não considerada e não valorizada pelos pais. A mãe está envolvida com a nova família, o pai com a nova mulher. Também pode ser que ela quer receber atenção e cuidados da mãe e enquanto a mãe não dá ela chama a atenção para a necessidade em ser cuidada. O fato de você procurar o site, e estar com a mente ocupada com a sua sobrinha, mostra que você tem recursos em ajudá-la. “Adote” sua sobrinha, ou seja, convide-a para frequentar a sua casa, saia para almoçar, jantar ou lanchar junto com a sua esposa e a menina. Ou só você e ela, se sua esposa não estiver disponível. Pergunte como ela vai; Como ela se sente em relação a mãe e ao pai dela; Como anda a vida dela. e escute atentamente. Ela precisa falar e refletir sobre estas questões, e principalmente ter alguém que lhe dá importância, que abra a própria subjetividade para recebe-la. Assim ela não fica com as emoções e as ideias vagando no espaço, largada na vida. Ela recebe acolhimento e compreensão e isto vai ajudar na autoestima dela e no desejo de investir em si mesma: estudar, construir a vida e não destruí-la.
      Força e felicidades,
      Um abraço,
      Léa

      Comentário por leamichaan | 19 de Janeiro de 2014 | Responder

      • Obrigado pelas palavras Lea.
        Com certeza farei o possível e impossível para ajudá-la.
        Mais uma vez obrigado.

        Comentário por eduardo motta | 19 de Janeiro de 2014

  22. Tenho um filho de 15 anos ,uma de 14 ,um de 11 q são do meu primeiro casamento me separei quando o mais velho tinha 07 anos ,e me casei novamente tem tres anos ,a uns 2 anos tive um problema pois meu filho ele chamou um cara da rua pra abusar dele meu marido chegou a tempo de impedir isso ,de uns tempos pra CA já pequei msn dele marcando de se encontrar com outro homem ,é difícil porq não sou capaz de aceitar esse tipo de envolvimento ,bom ele é um bom aluno e até faz cursos extracurricular ,mas ele sempre fala q não vê a hora de ir embora de casa ,q tem ate um calendário pra contar os dias pra quando fizer 18 anos e ir embora ,sempre achei q fiz algo errado ,ou ate mesmo q ele possa ter sido abusado sexualmente ,já passou em psicólogas mas não se abriu tivemos ,um desentendimento q ele queria ir a uma festa e eu não deixei e ele ficou me enfrentando ,dizendo q eu engravidei aos 16 anos e quem era eu pra falar alguma coisa ,q ele não ia me respeitar nunca q me odiava ,q o pior castigo era viver debaixo do mesmo teto q ele q ele não consegue nem olhar na minha cara e etc

    Comentário por juliana | 15 de Março de 2014 | Responder

    • Está na hora de uma boa conversa entre vocês. Procure um momento tranquilo e convide-o para uma conversa. Pode ser numa sorveteria, ou onde vocês quiserem.
      Diga a ele que você era jovem e foi inconsequente, mas que deste momento nasceu ele que é uma pessoa muito importante em sua vida. Diga que você errou, e por isso aprendeu com a experiencia e por isso mesmo não quer que ele seja irresponsável. Diga que o seu erro não justifica o erro dele. E que não é justo ele jogar na sua cara, porque aquela menina que foi irresponsável e inconsequente não existe mais. você mudou. E se você não soube demonstrar afeto para ele, durante a infância foi porque você era imatura. Agora você quer recomeçar uma relação nova e melhor com ele. Faça este convite e procure acolher, conversar, demonstrar afeto e não ficar ofendidinha com os ataques verbais dele. Afinal, alguém precisa ser adulta e madura. este alguém é você!
      Felicidades,
      Léa

      Comentário por leamichaan | 15 de Março de 2014 | Responder

  23. meu filho tem 14 anos ja não sei que faço ele quer sair para baladas,quer fazer tudo sem minha permissão,estou desesperada não sei como agir não sei se estou sendo muito chata,ele me xinga na frente de todo mundo ja mudei de vários endereço por causa das amizades que ele arruma ele manda eu toma naquele lugar sempre,quando eu reprendo ele ele fica muito bravo quer até vim pra cima de mim,para me bater ele é bem maior que eu,me ajuda ;como devo agir;ele não quer nem que eu coma perto dele; diz que tem nojo de mim

    Comentário por silvana | 16 de Março de 2014 | Responder

    • Nesta idade é comum o menino apresentar esta conduta em relação a mãe. Ele começa a se interessar por meninas e precisa dessa “aversão” em relação a mãe. Tem haver com a idade. Contudo, a relação de vocês parece que está muito difícil. Este menino precisa se sentir acolhido, compreendido, importante e valorizado por você. Como fazer isto? Pare um pouco de passar sermão e ralhar com ele. comece procurando assuntos neutros e que ele vai gostar de falar com você. Entre no universo dos interesses dele. Pergunte sobre futebol, os professores, os amigos, conte algo que ele possa gostar de ouvir, enfim, procure resgatar a relação mãe e filho que está bastante deteriorada. Saiba que será trabalhoso e isto requer muita sabedoria de sua parte!
      Um abraço,
      Léa

      Comentário por leamichaan | 16 de Março de 2014 | Responder

  24. tenho um filho de 14 anos, estou passando uma barra, pois além dele tenho um de 8 anos e uma bebê de 10 meses. Meu esposo inplica muito com o de 14,pois ele não quer fazer nada, não gosta nem de ir a escola só quer saber de dormir, comer e jogar vídeo games. Proibimos ele de computador já tem quase um mês mais o castigo não resolveu nada ele não tem nenhum interesse em melhorar,se mostra completamente afastado da família, não tem amigos, não gosta muito de sair, é um menino bom, carinhoso com os irmãos, mais as vezes rebelde, intolerante, tem vontade de sair de casa, pois o pai cobra muito dele e não o elogia nunca, não sei mais o que fazer tudo que tento para melhorar a alta estima dele ele não quer me ajude por favor, não tenho condições de pagar terapia para ele e não consigo pelo SUS, estou vendo meu filho a beira de uma depressão e não sei como evitar por favor me responda o mais rápido possível.

    Comentário por Wiviane Barros Nascimento | 28 de Março de 2014 | Responder

    • 14 anos é uma idade critica. Provavelmente você está muito ocupada com os menores que exigem atenção constante e integral de você. Por isso, não resta muito de você para estar disponível ao seu filho adolescente que está na fase mais difícil da vida e precisa demais de você e do pai. Ele necessita receber atenção de vocês. Isto é, que vocês se interessem pelas questões, pela vida e pelos sentimentos dele. Ele precisa que vocês olhem para ele, não naquilo que ele faz de errado, mas naquilo que move ele a agir desta maneira. A conduta antissocial dele é um pedido de ajuda é uma comunicação de que algo não vai bem com ele. Ele precisa ser levado a sério, sentir-se importante e valorizado aos olhos de vocês. Ele necessita enxergar a imagem dele nos olhos de vocês que brilham por ele, e não enxergar-se como um entulho ou um peso. Este é o momento de você transformar o seu filho de 14 anos num companheiro, é o momento dele perceber que é muito melhor pra você estar com um menino de 14 do que com os pequenos que não sabem se expressar, não há tanto retorno, não há um aparelho psíquico pensante e tão desenvolvido. Ele precisa receber a comunicação de que é muito boa a existência dele para vocês. Não faça interrogatórios, procure sentir-se feliz ao lado dele. Aí está a cura para o dor e o sofrimento do seu filho que o leva a comportamentos antissociais. Encontre nele alegria de viver e você verá que ele se transformará!
      Um abraço,
      Léa

      Comentário por leamichaan | 30 de Março de 2014 | Responder

  25. Moro em Montezuma MG tenho um filho de 17 anos e não sei mais o que fazer, ele está muito rebelde e agora começou a beber e estou desesperada, pois não era o que eu esperava faço o que posso para vê-lo feliz. Pago viagens compro sempre boas roupas e tento fazer o melhor, E não vejo mudança. Na escola sempre incentivei e ele nunca gostou do estudo ainda está no 2ª ano tento de todas as formas. Mas sem sucesso, e as companhias não são das melhores e não consigo tirar. Ele não é uma pessoa ruim mas não consigo traze-lo de volta. A educação que dei foi excelente e depois dos 15 anos parece não ser a mesma pessoa. Por favor me ajude.BJOS

    Comentário por Maurita gomes dos santos | 21 de Abril de 2014 | Responder

    • Olá Maurita, as amizades nessa idade são muito influenciadoras… Proibi-lo de ver os amigos não é possível, mas você pode dar mais coisas ainda que o dinheiro não compra. Dê a ele do seu tempo, o seu interesse, a sua companhia, sua afetividade. conforme ele se entregar mais a você, compartilhe com ele suas preocupações. Pergunte a ele como você pode ajudá-lo? Pensem juntos em caminhos possíveis para que ele comece a ter uma vida mais construtiva. Procure sempre acolher as ideias dele para não reprimir a sua criatividade. Lembre-se que ele será um adulto construtivo, criativo e produtivo quanto mais a autoestima dele estiver boa mais ele irá realizar!
      Um abraço,
      Léa

      Comentário por leamichaan | 27 de Abril de 2014 | Responder

  26. Bom dia. Preciso muito, também, de uma orientação. Tenho um filho de 14 anos com um comportamento que eu não consigo entender. Ele se tornou uma pessoa agressiva e não tem nenhum respeito por mim, me diz coisas terríveis, quando temos algum conflito ameaça de me bater e agredir a irmã dele. Por volta dos 8 anos de idade eu me separei do pai dele, devido a um relacionamento repleto de mentiras e irresponsabilidades da parte pai, que hoje, já no terceiro casamento desfeito reconhece que deveria ter sido um homem melhor. Passei muitas dificuldades para conseguir cuidar deles, ele viu todo o meu esforço pra que eles estivessem sempre bem, apesar de trabalhar estive por perto e dei carinho e atenção para os dois. Por volta dos 11 anos ele começou a me desrespeitar e isso virou uma bola de neve. Hoje a situação está tão grave que temos medo do descontrole dele. Ele se irrita por coisa tão pequenas e explode com muita agressividade no falar. Sentei para conversar várias vezes, perguntei se eu deveria pedir perdão por algo fiz, visto que não considero normal um jovem tratar um mãe assim. Ele diz disse que não , que apenas não reconhece a minha autoridade sobre a vida dele e não me trata mais como mãe. Ele se comporta aqui em casa como se fosse o dono da casa e pudesse nos dar ordens. Já passou por psicólogo, não houve muito sucesso. Não reconheço mais meu filho, ele nunca me viu fazendo isso com minha mãe, e apesar do pai ser machista nunca me agrediu dessa forma. Ele chora muito quando alguém fala com ele sobre o assunto, mas apesar das pessoas dizerem o quanto ele está errado não consegue dar ouvidos e se controlar, e esse comportamento é apenas comigo. Ele desconta toda a infelicidade dele em mim. Estou cansada e triste por não conseguir mais ser a mãe do meu filho.

    Comentário por Graciane | 26 de Abril de 2014 | Responder

    • Seu filho está com raiva de você porque pensa que você é culpada por não ter conseguido segurar o pai em casa. Ele não compreende que o problema está no pai e não em você, afinal, o pai dele já passou por três casamentos. Além disso ele transformou você na depositária das frustrações dele. Você precisa sentar com ele e dizer tudo isto de uma maneira bem firma e sincera. A partir de agora este comportamento por parte dele será inaceitável.
      Você também precisa se libertar dos sentimentos de culpa que te assombram, isto te torna insegura e seu filho “monta” na sua insegurança.
      Um abraço,
      Léa

      Comentário por leamichaan | 27 de Abril de 2014 | Responder

  27. Bom dia! Lendo todos os comentários vejo que não estou sozinha, nessa caminhada tentando seguir com meu filho. Tenho um filho com 16 anos, que no ano passado me deu muito trabalho. Repetiu de ano no colegio, me agrediu, mas tivemos varias conversar e tentamos nos entender. Fui mãe muito cedo e hoje não convivo com o pai dele, tenho um novo casamento, quando ele tinha 7 ano, mas mesmo com a quantidade de tempo que convive com meu atual esposo eles não se relacionam, não tem afinidades, sinto que quando meu esposo esta em casa ele se isola no seu quarto. E essa semana apareceu uma compra no cartão do meu esposo em loja de informatica que não foi ele, penso que foi o meu filho quem fez a compra, ja que no ano passado ele tmb ja tinha feito isso. Perguntei p ele se foi, e diz que não agressivo. Estou com muito medo do meu esposo saber que é ele e meu casamento acabar por causa disso, afinal penso que isso seja coisa de marginal fazer. Pegar um cartão escondido que não e seu e fazer compras…estou desesperada e não queria deixar passar e meu filho pensar que é certo oq ele fez…pra mim é como se fosse furto.
    Por favor uma orientação sua acalmaria meu coração!

    Comentário por Adriane | 28 de Abril de 2014 | Responder

    • Olá Adriane, seu filho está sofrendo, ele sente falta de pai, e também se sente roubado, isto é, ele sente que o seu esposo roubou você dele. Roubou a sua atenção, seus carinhos, sua mente, seu afeto, seu coração, o seu tempo que na mente de seu filho você deveria dar mais do seu tempo para ele e o seu esposo roubou isto dele. Por isso ele “roubou” algo, como uma reivindicação, uma indenização mais do que merecida. Compreende? Ele tinha você inteirinha até se casar e então houve o rompimento abrupto. Agora não é o momento de ralhar com ele por causa do cartão, e sim, escutar o pedido de ajuda e de socorro que está subjacente a este gesto. Agora dê muito carinho, dê atenção, abrace-o, interesse-se pelas questões dele, pelo mundinho dele e procure ajudá-lo a encontrar uma figura paterna. Pode ser um tio, um avô, o próprio pai, enfim, alguém que se importe genuinamente com o seu filho.
      Um forte abraço,
      Léa

      Comentário por leamichaan | 28 de Abril de 2014 | Responder

  28. Ola eu estou a passar uma fase muito complicada com o meu filho.faz amanha 16 anos,ele é muito arrogante quando nos nao deixamos fazer o que ele quer ate alevanta a voz como se manda-se no mundo,só ele é que sabe tudo.o pior nao é isto.ha uns 3 meses para ca virou-se para beber alcool ,sempre bebedo de todo.nao sei mais o que dizer-lhe.ele nao ouve ninguem,promete que nao bebe mais mas 2 outra 3 semana torna a fazer o mesmo será que ele esta viciado no alcool.obrigado

    Comentário por crest | 6 de Maio de 2014 | Responder

    • O seu filho esta atravessando a fase mais difícil da vida. Muitos adolescentes bebem para conseguir atravessar a angustia e os anseios que os assolam nesta etapa da vida. Porque a bebida deixa a cabeça mais leve e é uma fuga da dor do crescimento. Para ajudá-lo a beber menos e atravessar este momento, saiba que o que seu filho mais precisa é de atenção, afeto, uma mãe aberta para escutar o que se passa na mente e no coração dele, que não seja critica e que o leve muito a sério. Nesta idade a pior coisa que fazemos é passar sermão aos nossos filhos, isto só vai afastá-los de nós e fazer com que eles se apeguem mais à bebida. Procure ser amiga, companheira, compreensiva e transmita a mensagem que ele pode contar com você.
      Um abraço,
      Léa

      Comentário por leamichaan | 7 de Maio de 2014 | Responder

  29. meu filhp tem 17 anos e vive trancado no quarto. Nao gosta de estudar, estuda porque é obrigadp por mim que sou rigida. Tive ele com 19 anos e moramos junt sempre. Há 3 anos conheci meu atual mardo, e tive outro filho que hj tem 1 ano e quatro meses; era o sonho dele ter um irmao. Sinto que meu mrido tem ciumes dos meus flhos e o meu filho mais velho comecou com uma rebeldia , me enfrenta, me responde nao me respeita… me trata como se fosse meu irmao. Minha me olhava ele para que eu trabalhasse e dizia a ele que eu lagava com ela, e ele sempre achou que eu nunca liguei para por mais que minha folga era so para eçe. Hoje ela nao vem aqui, pois brigou com marido e fica ligando no cel do meu filho e enchendo a cabeça dele. Diz q me odeia e que assim q fizer 18 anos vai morar com a vó. Dou de tudo e ninguem ajuda, nem mesmo o pai dele. Nao sei o que fazer, quero que meu filh estude, e me respeite.

    Comentário por Fabiana | 5 de Junho de 2014 | Responder

    • Olá Fabiana, o seu filho está sofrendo bastante. Você não referiu nada sobre o pai biológico dele, parece que este é ausente. O seu atual marido tem ciumes da sua relação com ele, este é sinal evidente que este também não mantém a função paterna em relação ao seu filho. Ele é um menino sem pai, sem uma figura paterna, por isso sente que ninguém quis assumir a responsabilidade em cuidar dele e investir nele, portanto ele mesmo não sente vontade de investir em si mesmo. A autoestima dele está prejudicada e ele não tem vontade de se esforçar por si mesmo. Não tranque-o no quarto, seja muito companheira dele, converse bastante e escute com atenção as questões dele. Você precisará ser pai e mãe e não o tranque porque estudar não pode ser um castigo e sim um prazer em investir em si mesmo e no próprio futuro. Quanto mais você der do seu tempo e de sua atenção para ele, mais ele sentirá que vale a pena investir em si mesmo! Muito carinho, amor e dedicação, só isto poderá ajudar o seu filho,
      Um abraço,
      Léa

      Comentário por leamichaan | 8 de Junho de 2014 | Responder

  30. oi tenho uma filha com 15 anos ela mente muito nao quer estudar nao sei mais o que fazer

    Comentário por silvane alves | 7 de Junho de 2014 | Responder

    • O segredo para nosso filho querer estudar é fazer com que ele se sinta importante e valioso! A gente consegue isso sendo disponível, dando atenção, escutando as questões do jovem e levando-o muito a sério. Assim ele também se levará a sério!
      Um abraço,
      Léa

      Comentário por leamichaan | 8 de Junho de 2014 | Responder

  31. tenho uma filha com 15 anos caçula,esta muito rebelde fala que vai sair e sai mesmo,quando tento ser mais dura com ela,ela me chantageia,riscando os pulsos,que faço,por favor me ajude

    Comentário por ana cristina pinheiro florentino | 8 de Junho de 2014 | Responder

    • A adolescência é a fase mais difícil da vida. Para facilitar esta passagem para a sua filha, você precisará encontrar dentro de você muita tolerância, precisa começar a aceitar ela do jeito que ela é e deixar de querer que ela seja quem você quer que ela seja. Comece a escutar com interesse o que ela têm pra te contar sem ser critica, mas entrando no mundo dela conforme ela te convida, sem ser invasiva, buscando compreender e ajudar. Desta maneira você ganha a confiança de sua filha. E ela sofre menos. Ajude-a a amar a vida, amando-a, ou seja sendo disponível para ela.
      Seja mais acolhedora para as questões dela e não passe sermões, não é assim que a gente educa.
      Um abraço,
      Léa

      Comentário por leamichaan | 10 de Junho de 2014 | Responder

  32. Olá, sou casada, há quase 20 anos. Tenho 3 filhos do mesmo casamento um de 15 anos, um de 8 anos e uma bebê de 1 ano e 1 mês. Estou tendo muitas dificuldades em relação ao mais velho. Sei que está passando por uma fase difícil, mas não sei como faço para enfrentarmos essa fase juntos. Ele não gosta de estudar, vai para escola porque eu e o pai obrigamos, não faz tarefas, não tem muitas amizades só as da escola mesmo. é um garoto quieto embora rebelde demais, não quer nada com nada, a não ser dormir até 10 ou 11 horas, só dorme tarde demais, quando levanta, não ajuda com nada, só na base dos empurrões e quando o pai o obriga a fazer. Reclama da vida o tempo inteiro. É um menino que tem tudo família, casa, comida e roupa lavada. sou super dedicada, converso muito com ele mas minhas palavras tem sido em vão. O relacionamento com o pai também não tem sido dos bom, meu esposo cobra muito dele mas não adianta nada. Estou muito preocupada ele só quer saber de jogar jogos no computador e internet, mais sou do tipo da mãe que controlo, os horários e estou atenta com quem ele se relaciona nas redes sociais, o que posta e o que joga. Quando regulo ele me chama de chata, que eu falo demais, essas coisas de menino rebelde, tento ser carinhosa mais as vezes é difícil pois ele com sua rebeldia tem se afastado de mim e do pai. Ele é super carinhoso com os irmão, principalmente com a bebê.Até ajuda a olhar ela quando estou ocupada. Por favor me oriente, preciso urgente, acho que o problema possa ser comigo mesma pois a cada dia sinto meu filho mais distante, tenho muito medo das drogas e más influencias apesar dele ser um menino instruído,mas o comportamento dele me assusta.

    Comentário por Wiviane Barros Nascimento | 9 de Junho de 2014 | Responder

    • Olá Viviane, o seu filho está sem vontade de investir em si mesmo justamente por causa do pai. Um menino precisa se ver no olhar especular do pai a própria imagem, porém, o pai ao olhar o filho enxerga nele decepção, frustração e isso destrói a auto estima do filho. A pior coisa que você pode fazer é passar sermão. Quando você passa sermão no seu filho ele começa a parar de escutar você! Você perde o valor de uma figura interessante e começa a se tornar uma chata. Ele vai melhorar nos estudos conforme você puder conversar de forma amistosa, se interessar pelas coisas que ele tem pra dizer, mostrar que ele é valioso e importante, o mesmo vale para o pai. Procurem aceitar o filho que vocês têm e parar de desejar que ele seja aquele que vocês idealiza, ou seja este que vocês têm na ideia. Só assim vocês poderão ajudar o filho de vocês gostar de viver, se envolver com o mundo de forma criativa e produtiva!
      Um abraço,
      Léa

      Comentário por leamichaan | 10 de Junho de 2014 | Responder

  33. Oi Leia mim chamo Jeane, sou da Bahia, menina estou com muita dificuldade para educar meus filhos de 15 e 13 anos, eles mentem para mim, não vão muito bem na escola, briga na rua, briga entre si em casa. Estou desesperada pois tenho muito medo medo de perder meus filhos para o mundo, sou muita brava com eles, um tem que limpar a casa e o outro lavar a louça, isso todos os dias pois eu trabalho e eles precisam mim ajudar, acha que estou agindo errado??? mim ajude

    Comentário por Jeane | 19 de Junho de 2014 | Responder

    • Olá Jeane, compreendo que você precisa da ajuda de seus filhos, contudo eles estão numa fase bem difícil de atravessar e se você tem medo de perde-los precisa provar para eles que estar com você é melhor do que ficar na rua. Como fazer isto? Simplesmente transformando o espaço em que você se encontra num local convidativo, agradável e acolhedor. Se você é muito brava com eles, você corre o risco de perdê-los para o mundo. Seja esperta, não troque seus filhos por uma loucinha lavada e uma casa arrumada, você pode pagar muito caro por estas exigências. Peça de forma carinhosa. Procure ser menos brava e mais convidativa! Este é o segredo para manter seus filhos perto de você!
      Um abraço,
      Léa

      Comentário por leamichaan | 20 de Junho de 2014 | Responder

  34. Olá, eu tenho uma irmã de 17anos, e tenho mta dificuldade de lidar com ela. Eu tenho 25 anos, sou casada, tenho uma filha de 1ano e estou grávida de 6 meses. Eu e meu marido moramos com meus pais, a casa é imensa e sempre precisamos da ajuda dela. Mas ela só quer saber de dormir o dia todo e ficar a noite inteira no computador. A minha mãe passa o dia tentando acorda-lá e a noite pedindo para ela lavar louça e ela só lava as 8 da manhã, qndo lava . Isso me estressa mto. Pq ela só tem essa tarefa e faz minha mãe passar raiva todos os dias. Minha mãe fica nervosa o dia todo. Eu já conversei com ela explicando que se ela vai lavar, poderia fazer antes deixar minha mãe cansada de pedir, mas tbm brigamos muito Pq perco a minha paciência. Mas não adianta, ainda assim só lava louça assistindo série no celular. Percebo tbm que a vida social dela, amigos e namorados é tudo virtual e que os amigos da escola são poucos e a maioria são “otarios” como ela diz e ninguém é bom o bastante pra ela conviver. Mto irritante né? Eu já pensei em lavar a louça no lugar dela e fazer tudo oq minha mãe pede. Mas não sei se é o certo a fazer. Tenho medo de agir errado e aí ela parar de vez de fazer Pq sabe que eu farei. Oq eu faço??

    Comentário por debora | 21 de Junho de 2014 | Responder

    • 17 anos é uma fase critica na vida de qualquer pessoa, por isso é preciso saber lidar com pessoas dessa idade. Se você passar o dia apontando tudo que ela faz de errado, ou o que ela deixa de fazer, isto só vai desgastar a você, a ela e a relação de vocês. É muito mais fácil colocar o leite na geladeira e lavar a louça, do que ficar discutindo. Que tal procurar assuntos do interesse dela para conversar ao invés de reclamar dela e exigir que ela faça coisas? Que tal olhar para ela como um ser humano que sente, pensa, está em plena transformação e não resumi-la numa pessoa que não cumpre as tarefas. Ela é muito mais do que uma pessoa que não cuida da casa e não lava a louça. Será que alguém olha para isso? Enquanto vocês a enxergarem como alguém relaxada, ela será simplesmente uma garota relaxada, porque os olhos de vocês representam o espelho em que ela se vê, e a imagem que vocês refletem dela é uma pessoa relaxada.
      Sugiro que você procure conversar sobre temas do interesse dela, escutando-a interessadamente e enquanto conversam proponha ir lavando a louça, e de uma maneira não invasiva nem acusatória convide-a para te ajudar com as tarefas da casa.
      Lembre-se que a maneira que você fala pode modificar a relação de vocês duas e de sua irmã com as tarefas da casa.
      O “como” a gente fala as coisas é mais importante do que “o que” a gente fala!
      Abraços,
      Léa

      Comentário por leamichaan | 23 de Junho de 2014 | Responder

      • Olá,Léa.
        Mais uma vez estou aqui para pedir seus conselhos, no qual tem sido muito útil. Como já te relatei em comentários passados, tenho um filho de 15 anos que tem me dado certas preocupações. Procuro sempre fazer aquilo que você me aconselhou. Mas acho que o que dificulta os resultados positivos são as atitudes do meu esposo. Ele é um pai presente e ausente ao mesmo tempo. Converso com ele mais não tem adiantado, já propus terapia e ele não aceita. Ele trabalha todas as noites e durante o dia está sempre em casa. é um bom marido, cumpre com suas obrigações direitinho, preocupa muito com os filhos,leva e busca na escola, cobra o bom desempenho na escola dos filhos, mais o principal acho que ele não está fazendo. Não elogia o de 15 anos nunca, só cobra e briga o tempo inteiro, o chama de preguiçoso, que ele não quer nada com nada, não vejo carinho entre os dois , meu filho chega ao ponto de odiá-lo, e dizer que não aguenta mais o pai. Tento falar isso para meu esposo mais ele fala que não consegue mudar que não adianta, ele é o tipo do homem cabeça dura e teimoso. Adora fazer comparações do tipo quando eu tinha a idade dele eu não era assim… entende?
        Então eu não sei mais o que fazer para aproximar os dois. Por favor me ajude. :(

        Comentário por Wiviane Barros Nascimento | 25 de Junho de 2014

  35. Ahhhhh outra coisa….
    Tudo que ela usa fica fora do lugar, leite fora da geladeira, açúcar aberto, louças e lixos espalhados, luzes acesas, banheiro sujo e tudo fora do lugar. Como lidar com isso todos os dias sem perder a paciência?

    Comentário por debora | 21 de Junho de 2014 | Responder

    • Muito importante o pai compreender que as palavras que ele despeja sobre o filho tornam-se profecias (se ele diz que o filho é preguiçoso, ele será…). Ele se compara com o filho dizendo que era melhor que o filho, e isto é um veneno, é a pior coisa que um pai pode fazer. Provavelmente ele faz isto porque enxerga no filho características semelhantes a de si mesmo que não gosta e por isso fica enfatizando que é diferente do filho e que é melhor para se convencer! Ele está projetando no filho tudo o que não gosta em si mesmo e tentando destruir estes elementos no filho. Seu marido precisa de uma terapia urgente! Ele têm a autoestima baixa e por isso não consegue admirar a propria cria, a continuidade de si.
      Procure conversar isto com o seu marido, se não for possível, então converse com o seu filho. Esta conversa pode ajudar. Abra os olhos para enxergar os pontos positivos de seu filho e aponte estes elementos elogiandoo com sinceridade para compensar o pai dele.
      Você precisa ter muito amor, força, paciencia e sabedoria,
      Um abraço,
      Léa

      Comentário por leamichaan | 2 de Julho de 2014 | Responder

  36. Muito importante o pai compreender que as palavras que ele despeja sobre o filho tornam-se profecias (se ele diz que o filho é preguiçoso, ele será…). Ele se compara com o filho dizendo que era melhor que o filho, e isto é um veneno, é a pior coisa que um pai pode fazer. Provavelmente ele faz isto porque enxerga no filho características semelhantes a de si mesmo que não gosta e por isso fica enfatizando que é diferente do filho e que é melhor para se convencer! Ele está projetando no filho tudo o que não gosta em si mesmo e tentando destruir estes elementos no filho. Seu marido precisa de uma terapia urgente! Ele têm a autoestima baixa e por isso não consegue admirar a propria cria, a continuidade de si.
    Procure conversar isto com o seu marido, se não for possível, então converse com o seu filho. Esta conversa pode ajudar. Abra os olhos para enxergar os pontos positivos de seu filho e aponte estes elementos elogiandoo com sinceridade para compensar o pai dele.
    Você precisa ter muito amor, força, paciencia e sabedoria,
    Um abraço,
    Léa

    Comentário por leamichaan | 2 de Julho de 2014 | Responder

  37. Olá! Sou pedagoga, tenho marido, uma filha de 11 (com outra pessoa) e um menino de 6 anos. Nos relacionamos bem.Temos momentos de conversa, de desentendimentos,de muitos risos,enfim…) Meus filhos boa parte dos momentos estão juntos brincando. Atualmente apenas estudo e passo muito tempo em casa com eles. Minha consulta é pertinente à minha filha que sempre a percebi com forma de falar muito arrogante, grosseira; mesmo para uma simples resposta, uma conversa banal que acabava tirando a harmonia do momento. No entanto nos últimos tempos tem sido mais frequente as falas grosseiras e intolerância principalmente comigo e o irmão. Não aceito muito menos me conformo com adolescente respondona e malcriada. Às vezes penso em penalizá-la de alguma forma mas tenho muitas dúvidas. Gostaria se possível de ajuda e orientações de como agir e como me portar pois me incomoda por demais que eu venha a ter uma postura incorreta com minha tão querida filha.

    Comentário por Rosangela | 4 de Julho de 2014 | Responder

    • Olá Rosangela, o comportamento agressivo de sua filha é sinal evidente de sofrimento. A menina sente o mundo agressivo com ela e por isso agride. Pode ser que ela sofre com a ausência do pai biológico, pode ser que ela sente ciumes da relação do seu atual marido com o irmão, pode ser que ela sente ciumes porque o irmão tem uma família estruturada e ela não, pode ser que ela sente ciumes que as amigas vivem com seus respectivos pais e ela não. Pode ser que ela capta diferenças no tratamento de vocês com o irmão, pode ser que ela se sinta uma pedra no sapato tanto em relação ao pai biológico, quanto em relação ao padrasto. Enfim, esta menina sofre e também está entrando na fase mais complexa da existência humana que é a adolescência. Você me pergunta o que fazer, e eu te respondo: Acolha, demonstre muito carinho, penetre no universo de sua filha interessando-se pelas suas amizades, seus problemas, suas questões; Escute-a com a tenção e levando muito a sério. Procure encontrar um momento só para vocês durante a semana. E você verá que a conduta dela vai melhorar. Quanto mais o mundo for acolhedor e afetuoso, menos agressiva ela ficará.
      Um abraço,
      Léa

      Comentário por leamichaan | 6 de Julho de 2014 | Responder

  38. Olá Rosangela, tudo bem? Tenho acompanhado seu trabalho, e também estou precisando de ajuda. Sou casada e tenho dois filhos, um de 22 anos que é gay, mas graças a Deus lido bem com essa opção e todos em minha casa. Hoje ele não mora conosco, nos damos bem na medida do possível, tendo em vista que temos algumas divergências, por conta da necessidade que ele sente em estar livre e isso me incomoda um pouco, por sua condição. Na verdade lhe escrevo para me orientar quanto minha filha que tem 13 anos. Todos os dias, falamos que nos amamos, porém, também quase todos os dias, brigamos por causa da preguiça, notas baixas, embora ela seja uma aluna que não dá problemas na escola, senta na frente, presta atenção, sempre é elogiada na escola e em todos os lugares onde vamos…e por causa de seu relaxamento. Temos tido discussões quase todos os dias, por que eu trabalho e ela fica só em casa à uns dois meses mais ou menos, mas antes mesmo disso acontecer, ela ficar só, eu já vinha com esse problema com ela. Acabamos de montar seu quarto lindo, com bastante dificuldade, porém a mesma não tem qualquer zelo com o quarto, e nem com nada que lhe pertença, me deixando muito chateada. Cobro bastante as notas no colégio, organização, sou uma mãe que coloca de castigo, conversa (minhas conversas não são amigáveis), pois fico muito estressada por ser tão amiga dela, ela tem internet, é bastante compreensiva quando a deixo sem, tipo, marco data para ficar sem internet, ou para ler um livro, esses geralmente são meus castigos, mas tenho notado que tem sido em vão…todas as vezes que conversamos, ela diz que vai mudar, se colocar mais zelosa, responsável, mas nada acontece…as notas, sempre que vou arrumar a mochila, acabo achando alguma prova com geralmente notas até 6!! Ela é extremamente inteligente, pega as coisas muito rápido, mas tenho notado que está muito desinteressada em tirar boas notas, ser organizada, esquecida por demais… às vezes tenho que deixa-la sem calcinha, por que desde que ela aprendeu a lavar, temos brigas constantes, pq quando suas calcinhas limpas acabam, ela usa as minhas…isso acaba comigo, estou no meu limite, pq não consigo admitir uma adolescente de 13 anos não lavar suas calcinhas por exemplo…eu sei que muitas coisas, a obrigação é minha como mãe, e dona de casa, mas existem coisas na minha opinião que são inadmissíveis! Pq são coisas tão simples, que eu nem precisaria estar cobrando diariamente, e olha que todos os dias, converso com ela. O que fazer? Será que estou sendo muito exigente? Será que o problema está em mim? Me ajuda! É claro que sei que existem problemas aqui muito piores, mas eu realmente não estou sabendo o que fazer, qual castigo dar…o que fazer?

    Comentário por Sirlene Godoy | 9 de Julho de 2014 | Responder

    • Sua filha de 13 anos é uma adolescente normal! Tudo o que você escreve faz parte da dificuldade que é crescer.
      Quanto menos você passar sermão e mais puder conversar e escutar o que ela diz, entrando no universo de sua filha, melhor!
      Procure resgatar a sua própria adolescência, lembre-se de quanto você era diferente do que é agora. Procure assuntos em comum para conversarem e se tornarem mais próximas. Lembre-se, quanto menos você aceitar o jeito dela, menos ela aceitará o seu jeito e as suas normas.
      Ser mãe não é fácil, além de educar e cuidar é preciso procurar encontros mentais. Isto é o principal!
      Um abraço,
      Léa

      Comentário por leamichaan | 15 de Julho de 2014 | Responder

  39. Olá, me chamo Ana, tenho 37 anos e três filhos, sendo que o mais velho tem 19 anos e é fruto de uma gravidez indesejada, e um menino de 09 e uma menina de 07 anos frutos do meu casamento atual que dura 17 anos, logo no início meu marido que não é pai do mais velho, aceitou a vinda dele para morar conosco numa boa, mas com o passar dos anos a coisa já não ficou tão boa assim, principalmente porque a minha família adorava se meter na criação do menino e ele foi crescendo dando aquele trabalhão, se sentia protegido pela minha mãe toda vez que eu iria chamar sua atenção. Até que por volta dos 14 pros 15 anos parou de estudar, e começou a trabalhar e foi morar definitivamente com a minha mãe após uma discussão entre ele , o meu marido e eu, lá começou a sair, ir a festas, consumir bebidas alcoólicas e a sair com colegas e se relacionar com meninas o que acabou lhe rendendo dois tipos de hepatite A e B, os anos se passaram e ele mesmo após tudo isso continua do mesmo jeito, trabalha como soldador, gasta seu dinheiro em farras, chega só de manhã, e pra completar descobrimos que ele está cheirando cocaína de vez em quando, já sentamos para conversar e ele diz q não é para eu me preocupar, tinha uma namorada com a qual conviveu junto 4 meses, eles vão e voltam, o relacionamento não dá certo pois ela é muito ciumenta e ele é agressivo e não tem paciência, mas após idas e vindas ela agora está grávida de 5 semanas e ele está namorando com outra há um mês, ele quer que eu deixe ele trazer sua namorada pra casa pra dormir com ele, minha mãe não deixou e eu também não, minha mãe quer que eu construa uma casa pra ele do dia pra noite já pensou? Diz que sou uma mãe ruim, má, que meu marido não gosta dele,: somos evangélicos e não aceitamos esse tipo de coisa e mesmo assim acho q não é dessa forma que a vida dele deve ser, conversar com ele não adianta ele não entende e até faz ameaças de se matar , ir embora . Estou desesperada, o que devo fazer? Me ajude, por favor.

    Comentário por Ana Lúcia | 10 de Julho de 2014 | Responder

    • O seu filho sofre demais. Sofre desde a barriga, porque o feto recebe as vibrações maternas. Durante a gestação o ser humano constitui o aparelho mental e os neurônios e os de seu filho foram constituídos num ambiente de rejeição. Claro que você não tem culpa, afinal você é humana e tem direito de ter sentimentos. Agora o que podemos fazer? Reparar o mal. A partir de agora, todo afeto, carinho, demonstração de amor e disponibilidade que você poderá oferecer a ele será muito bem vindo. Chega de impor regras, normas e passar sermão. Escute-o, compreenda-o, acolha-o e aceite o seu filho como ele é. Não passe sermão. Lembre-se que conversar é escutar, compreender e trazer sua contribuição de forma acolhedora, e não entrar rasgando com os nossos princípios. Não entre neste tabú de que ele só pode transar depois de casado. Você pode não deixar ele dormir com a namorada na sua casa e então será pior porque ele vai dormir com ela em lugares perigosos, e tudo que é proibido é mais gostoso. Além disso, quantas pessoas são casadas no papel e na realidade nem se suportam, será que um casamentos burocrático é mais abençoado?
      Ana Lucia, abra a mente, seu filho corre perigo de vida, ele se destrói aos poucos e você está preocupada com as normas burocráticas da igreja?
      Pense nisso,
      Um forte abraço,
      Léa

      Comentário por leamichaan | 15 de Julho de 2014 | Responder


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