Psicóloga Responde

Dicas úteis para o dia-dia

Quando os filhos saem de casa

Síndrome do Ninho Vazio

A síndrome do ninho vazio não é uma doença física, é uma doença das emoções caracterizada por uma dor simbólica, podemos dizer que esta dor é a presença viva da ausência. É aquele vazio concreto que ficou no lugar onde outrora fora ocupado pelos nossos filhos. É uma forma de falar sobre o vazio que impera nos corações dos pais quando os filhos saem de casa. Um processo que se dá aos poucos, pois o bebe, inicialmente é completamente dependente da mamãe, o que nós chamamos de dependência absoluta, e aos poucos ele depende menos e menos, chegando à fase da dependência relativa, que é quando ele já pode se vestir, cuidar da higiene pessoal, sair com os amigos, mas ainda depende tanto financeiramente de seus pais, quanto, de suas orientações, uma vez que ainda não desenvolveu maturidade para muitas questões da vida, e se tudo correr bem, ele atingirá a independência.

Você concordará que este é um motivo de alegria para os pais que podem constatar que educaram bem seus filhos, cultivando neles a capacidade de olharem por si mesmos, e, paradoxalmente, ao mesmo tempo em que os pais se orgulham de seus filhos que desenvolveram suas asas e aprenderam a voar rumo a seus destinos, são tomados por um sentimento de tristeza e de vazio interior, uma dor humana que lhes sussurra aos ouvidos: “Eles se foram, e agora? O que você vai fazer de sua vida? Do que vai se ocupar? Você já não é mais útil. Ninguém mais depende de você. Eles encontraram pessoas mais importantes para as suas vidas do que você…” E este drama interno acontece, não porque seus filhos não dependem mais de você, mas, porque você é que dependente deles, você depende daquela dependência que eles tinham por você.

Portanto, esta dor d’alma surge quando os filhos crescem e, por conseguinte dependem cada vez menos dos pais, até que chega o momento de se ligar afetivamente a outras pessoas e os pais vão se sentindo cada vez menos e menos importantes, ou melhor, penso que a palavra que caberia aqui é vitais, para seus filhos e olham para o lar onde vivem há algumas dezenas de anos e não o reconhecem mais, pois, naquele sofá em que as crianças viviam pulando, só existem almofadas assustadoramente bem assentadas e há muito tempo não mexidas. As guloseimas que desapareciam da geladeira, acabam por estragar e terem que ser lançadas ao lixo, e a atual limpeza e arrumação da casa, elementos, outrora tão almejados, transformaram-se no símbolo da passagem do tempo. Um tempo que se foi, e quando era presente, talvez, em momentos de desatenção, até, que fora bem aproveitado, mas só agora é possível se dar conta do quanto esta fase maravilhosa também fora desperdiçada por nossas pequenas neuroses humanas, tais como, mania de arrumação, ordem, exigências e cobranças que em muitos momentos engoliram grandes fatias desta bela etapa da vida.

É nestes momentos que os pais, em geral mais a mãe, porque desde o dia que ela descobriu que este filho se desenvolvia em seu ventre, julgava que este ser seria seu para sempre, só que o termo “sempre” possui um significado longo demais para a realidade. De tal modo, muitas mulheres transformam seus rebentos na principal razão de sua existência. Entretanto o filho felizardo que já sabe que é amado por seus pais, carece testar se também poderá ser amado pelo mundo, e para tanto precisa desprender-se da mãe.

E assim, da mesma maneira que para atravessarmos uma ponte necessitamos deixar a outra margem, mas sabemos que a margem anterior sempre estará lá, não irá se autodestruir só porque fizemos a travessia, a mãe também estará lá, e o reencontro trará novas possibilidades de relacionamento.

Porém, se a mãe não consegue desprender-se da antiga relação que teve com o filho para sentir-se livre e buscar uma nova maneira de com ele se relacionar, ela poderá entrar num estado de melancolia e depressão. Esta mãe que abriu mão de uma gama de possibilidades para enriquecer sua existência em prol de ser estritamente mãe, desenvolverá teorias de que seu filho é um ingrato, um ônus muito alto que o filho terá que pagar.

Para evitar toda este drama, é fundamental que a mãe possa perceber que, embora os filhos cresceram o amor não diminuiu, somente a forma de demonstrá-lo é que mudou. É importante que esta mãe procure outros afazeres que lhe deem prazer e que ela descubra que não é necessário manter vínculos de apego para ser uma pessoa inteira.

Provavelmente a mãe que não consegue aceitar que o filho cresceu e não precisa dela daquela maneira dependente ficou presa numa única função – a de mãe, e não conseguiu transitar entre os diferentes papeis que cabem a uma mulher: mãe, esposa, amiga, profissional, intelectual, esportista, mulher, envolvida em hobbies em artes, etc. Sofrerá demais, e consequentemente seu filho também. Em contrapartida, mães que transitam em seus diferentes papéis sem se fixar num só, podem até sentir saudades da infância de seus filhos, mas não sofrerão quando estes saírem rumo a sua individuação. Estas mães não fazem questão de atravessar a ponte junto com seus filhos, pois enquanto eles atravessam suas pontes, elas continuam atravessando as delas.

Léa Michaan

Anúncios

17 de Setembro de 2010 - Posted by | sindrome do ninho vazio

33 comentários »

  1. Olá, estou passando por esse problema com minha mãe… ela tem uma vida ativa, ela trabalha, é cansativo mas gosta do que faz… porém é muito agarrada em mim e na minha irmã… e agora vou casar… meu noivo passou num concurso da marinha e vamos nos mudar de estado, ele vai primeiro eu vou uns 4 meses depois, e ela não quer aceitar… contamos ontem e o que era p/ ser um dia alegre virou um dia dificil… ela ta furiosa comigo e com meu noivo(e ela gostava dele), eu faço faculdade aqui e irei pedir transferencia quando for p/ lá, tem 3 universidades publicas, é impossível não conseguir uma transferencia, ainda mais que é ele entrou p/ marinha, o pior q pode acontecer é eu perder apenas um semestre, pois a lei obriga a universidade a dar a vaga, mas minha mãe diz q queria que eu me formasse (faltam 2 anos, esse e o outro s continuar aprovando) aqui, antes de me casar… e tem mais um acréscimo (que eu creio que pesa mas não sei se faria muita diferença s eu ja fosse formada e saísse de casa tbm)eu com 18 anos comecei pedagogia e não gostei do curso: me esforcei um monte, mas não deu, todo mundo sabia na minha casa que eu não gostava do curso, e fiz o 1º e o 2º ano, tentei ao máximo, mas eu me sentia muito mal, mal mesmo, sempre fui muito inteligente e responsável com meus deveres e estudos,sempre fui muito estudiosa, era dificil p/ mim tbm largar o curso, mas p/ minha mãe: era o fim do mundo.
    Passada essa fase da minha vida q eu creio que minha mãe achou que era um momento de rebeldia meu, eu já estou indo p/ o 3º ano do curso de história, e sou realista: faço pq gosto, não sei s vai dar emprego (mas minha mãe tem na mente que tendo curso superior tudo é mais fácil, eu sei que ela só quer o meu melhor, mas não é bem assim).Quero terminar meu curso, mas creio que minha mãe me vê como um bebê, que faço o curso pq moro com ela e acha que no momento q eu sair d casa eu desisto, mas não tem cabimento ela pensar assim: mas e convencer ela disso… poxa esse ano que passou fazia faculdade num turno e no outro um curso técnico, e acabei largando o curso técnico pq não tava dando conta… s eu não quisesse história eu tinha largada história então… me ajudem: COMO CONVENCER MINHA MÃE QUE EU CRESCI?! Não queria ficar de mal com ela, era p/ ser uma alegria e não uma tristeza…
    Desd ejá obrigada!!!!

    Gostar

    Comentar por Nati | 3 de Fevereiro de 2011 | Responder

    • Olá Nati, li a sua carta com atenção e senti falta de alguma referencia
      quanto ao seu pai.
      Muito bom que a sua mãe trabalha e produz, mas parece que a única fonte de
      alimento de relações pessoais que a sua mãe tem são as filhas. Isto é uma
      lástima porque acaba se tornando uma grande sobrecarga para vocês duas. Pode
      ser que a sua mãe sofreu algum tipo de abandono na infância, ou não teve um
      relacionamento satisfatório com a mãe dela, e quer compensar a relação
      mãe-filha que não teve anteriormente, agora com vocês. Isto é mais uma sobrecarga.
      Ela precisa receber muito amor, mas não é justo que você deixe de viver a sua vida para ficar
      com ela, isto será muito ruim, principalmente para ela, porque futuramente este
      será um ônus muito grande que ela terá que pagar.
      A verdade é que nós criamos os filhos para o mundo e você tem todo direito
      do mundo de ir atrás de seus sonhos e suas realizações. Converse com ela,
      demonstre o seu amor, mas VÁ EM FRENTE! Seja lá o que ela te disser, não
      fique ofendidinha, continue demonstrando carinho e afeto.
      Boa sorte,
      Um abraço,
      Léa

      Gostar

      Comentar por leamichaan | 4 de Fevereiro de 2011 | Responder

  2. Olá, a minha filha saiu de casa, vai fazer 21 anos e ainda é completamente dependente dos pais. Depois de uma discussão onde eu quis impor regras cá em casa ela não aceitou e impulsivamente saiu de casa estando agora a viver com o pai. O meu relacionamento com ela é complicado. Ela sempre dizia que me adorara, lembro que quando era criança dizia que não queria crescer, para estar sempre ao pé de mim. Por volta dos 15 anos quis começar a sair com os amigos, à noite. Nessa altura foi difícil para mim aceitar isso. Eu tive uma educação muito rígida, alem de que achava que ela era muito novinha e havia os perigos da noite. mas comecei a deixar. Dos 16 para 0s 17 anos arranjou um namorado. Claro que novamente para mim foi complicado, mas que fazer? E acho que tudo começou desde ai. Ela nunca se abriu muito comigo, talvez porque quando tinha problemas eu via as coisas de maneira diferente e as respostas que lhe dava não eram as que lhe agradavam. O relacionamento com o namorado era muito complicado e acabaram. Nesta altura ja vai com o segundo namorado. Eu acabei por os encontrar ca em casa na cama, e não gostei. Dai termos tido uma discussão. O problema que esta aqui, não é o facto de ela namorar, ou ir para a cama com ele. Eu trabalhava durante a semana e durante um ano aos fins de semana. Ela durante esse tempo trazia o namorado cá para casa e sempre me omitiu, claro que quando descobri nao gostei e então nessa altura proibi de ele vir cá para casa e tambem impus certas regras, porque as despesas começaram a aumentar e eu sou sozinha a ganhar. Ela nao gostou que eu impusesse essas regras e ai foi embora. Agora nao sei o que fazer. Dizem-me que ela esta feliz da vida. Eu quero que ela volte para casa, mas na altura que ela foi embora achou que eu me zanguei por a encontrar com o namorado na cama. Ai ela me enviou duas mensagens ameaçadores, dizendo que eu andava a dizer mal dela a toda a gente e que sabia muita coisa de mim e que se quisesse tambem iria dizer tudo a toda a gente e etc Houve aqui uma falta de respeito muito grande. nao sei como lidar com esta situação.
    Sinto a sua falta, mas tambem traiu a minha confiança, ja nao é a minha menina pequenina, e nem parece a minha filha, os meus amigos de fora veem que ele para mim era má e que me responia sempre, eu nao via isso mas sinceramente nao sei o que pensar nem o que fazer.

    Gostar

    Comentar por Maria Rocha | 3 de Julho de 2011 | Responder

  3. ola, meu nome e Alana ,tenho 14 anos, tenho uma avó q amo d+ , ela tem 72 anos a duas semanas atras teve com seus 9 filhos reunidos pela primeira vez q todos sairam de casa,depois disso ela esta sentindo muitas dores no peito, e muita tristeza q seus filhos foram todos embora novamente , sera q isso pode ser a Sintrome do Ninho vazio?
    desd de ja obigada!!!

    Gostar

    Comentar por alanna | 1 de Agosto de 2011 | Responder

  4. oi gostaria de saber se estou com sindrome do ninho vazio pois meus filhos estao crescendo e cada um saindo de casa .sinto um enorme vazio dentro de mim com muita vontade de chorar!

    Gostar

    Comentar por cris | 28 de Setembro de 2013 | Responder

    • Sugiro que você procure um objeto de vida que não seja eles. Até agora, você transformou seus filhos em objeto de vida, mas isto foi prejudicial pra você, Porque filhos são como flechas e pais são os arcos, nossa missão é lançar nossos filhos ao mundo. Nós damos raízes e asas para nossos filhos! comece a pesquisar algo que te interessa para estudar, trabalhar, enfim, se ocupar, e transforme isso em seus novos filhos! Caso contrário será muito difícil a vida para você e para eles!
      Felicidades,
      Léa

      Gostar

      Comentar por leamichaan | 29 de Setembro de 2013 | Responder

  5. Estou começando a vivenciar a sindrome do ninho vazio, minha única filha de 21 anos esta de viagem marcada para estudar um ano no exterior, como sempre fui muito ligada a ela, tenho chorado muito e me sentido sem objetivo, estou na menopausa e meu humor também varia o tempo todo. Meu marido é uma pessoa ausente, e eu sempre fiz da vida dela a extensão da minha, trabalhei sempre para dar a ela uma vida mais fácil, mas não estou arrependida, só quero aprender a lidar com essa situação. Tantos anos, me tornando dependente dela que agora não sei por onde começo, o emprego não me preenche, estou sem ver prazer em nada. Pode me dar uma luz?

    Gostar

    Comentar por jacinta | 23 de Novembro de 2013 | Responder

    • Olá Jacinta, o vazio que você sente é muito grande. Provavelmente está angustiada, sentindo como se um pedaço de você está indo para longe. Pense que você está diante de uma oportunidade para encontrar o seu objeto de vida. Você transformou a sua filha no seu objeto de vida, mas esta não é uma boa ideia, porque nós damos aos nossos filhos: raízes e asas, nóa somos arcos e nossos filhos são as flechas. Esta é uma relação saudavel entre pais e filhos. Você diz que o seu marido é ausente, sugiro que procure algum curso, estudo, hobbie, participe de grupos do seu interesse, você pode encontrar até na internet, revele habilidades adormecidas em você. O melhor que você tem a fazer, é tornar-se companheira de si mesma e procurar preencher a sua vida sem depender de uma pessoa.
      Este momento é dificil, tenha força e comece a se ocupar de preencher o vazio para não sobrecarregar sua filha e nem se sentir mal com você mesma!
      Procure encontrar alegria de viver, extrair riquesas em sua propria vida!
      Um abraço,
      Léa

      Gostar

      Comentar por leamichaan | 24 de Novembro de 2013 | Responder

  6. Olá meu nome é Felipe e tenho 18 anos, queria muito a sua ajuda, passo por um momento muito difícil mas é apenas comigo mesmo, eu namoro uma americana faz alguns meses e nos amamos muito no começo eu achava que não iria dar certo mas agora vejo que eu tenho eu ela como meu sonho de felicidade na vida.
    Eu e minha namorada vamos nos conhecer pessoalmente em breve e estamos planejando pegar um visto k-1 (visto fiancé ou visto de noivo(a)) depois de termos nos encontrados mais vezes, planejamos para o final de 2014, minha sabe que namoramos porém ela não acredita que em nosso relacionamento, ela ainda pensa o que eu pensava no inicio, eu tento mudar o pensamento dela mas meu maior medo é de falar para ela que eu é realmente verdadeiro e que estamos planejando nos casar e finalmente ficarmos juntos para sempre. Resumindo eu terei que mudar de país e sempre quando eu tento falar com ela que tenho vontade de mudar ela me critica muito, fala que sou novo, diz que não tenho capacidade de me cuidar sozinho e outras coisas de mãe. no fundo até eu tenho pena dela pois terei que mudar de país e não rua ou cidade.
    Queria o que eu posso fazer para mudar o modo de como ela pensa, mostrar para ela que não sou mais dependente e finalmente compartilhar sobre o visto k-1 tanto planejado por mim e minha namorada. Não quero que minha mãe se decepcione comigo e tenha raiva da minha namorada. Existe solução para isso?
    I need your help

    Gostar

    Comentar por Felipe Gomes | 1 de Dezembro de 2013 | Responder

    • Olá Felipe, nossos pais nos dão raizes e asas. Sua mãe jé te deu raízes, agora você tem todo o direito de receber as asas e voar. Você precisará falar de uma maneira muito acolhedora e amorosa. Diga que você reconhece todas as coisas boas que ela fez por você. Enumere essas coisas. Sugira a ela procurar algum objeto de vida: hobbie, cursos, sair com amigos, enfim, encontrar na propria vida motivos para viver e se enriquecer emocional e psiquicamente. Diga a ela que você está pensando em tirar este visto pros Estados Unidos, e que adoraria que ela pudesse te motivar e se alegrar por você. Diga que o mundo está menor com a tecnologia e que vocês poderão se ver com frequencia. Peça apoio. E vamos torcer para que ela aceite da melhor maneira possível!
      Se ela não aceitar, saiba que você tem todo direito do mundo de voar e se encontrar com a sua namorada. A vida é assim nós substituimos nossas mães pelas nossas namoradas. Mesmo que doa para nossas mães, é deste modo que o mundo gira e isto é o jeito saudável de viver e crescer.
      Felicidades,
      Léa

      Gostar

      Comentar por leamichaan | 2 de Dezembro de 2013 | Responder

  7. Olha chorei muito lendo os depoimentos das outras mães, sinto muita falta da minha filha,meu marido é muito individualista, ausente,não tenho vida própria sem meus filhos, eu trabalho de tarde, mas nada preenche esse vazio q tenho no peito,me sinto abandonada, nada parece ter graça pra mim, tudo é muito chato, sem sentido,não tenho vontade de fazer nada,e sinto q minha filha ta sofrendo com isso também.

    Gostar

    Comentar por Ivana | 7 de Abril de 2014 | Responder

    • Olá Ivana, você está sentindo muita dor porque transformou os seus filhos na sua razão de viver e agora eles têm outras razões para viver e você sente este aperto. Aperta mesmo porque seu peito tá estreito. Isto é seu afeto está totalmente voltado para eles e agora será necessário expandir o peito e o coração para abranger e se envolver com mais elementos da vida. Procure resgatar o seu casamento, dê mais valor aos colegas de trabalho, aos objetos da cultura: livros, filmes, teatro, espetáculos, cursos, viagens, etc. Eles serão seus filhos para sempre, porém, como você se deu inteira para eles, faltou se dar para outras pessoas e possibilidades, por isso o peito aperta. Pense nisso e comece a fazer gestos para expandir seus afetos para conter mais e mais.
      Um forte abraço,
      Léa

      Gostar

      Comentar por leamichaan | 10 de Abril de 2014 | Responder

  8. Gostei muito e chorei bastante.

    Gostar

    Comentar por Rosana | 6 de Setembro de 2015 | Responder

  9. Gostei da publicaçao ate chorei mais falar e facil o dificil e passar por isto.

    Gostar

    Comentar por Rosana | 6 de Setembro de 2015 | Responder

  10. Não sei como cheguei aqui,só sei que foi com muitas lágrimas nos olhos e uma intensa dor na alma e coração sangrando,sinto que estou perdendo minhas crianças que até um tempinho atrás eu cuidava,fazia cócegas e sentia um imenso prazer em mima-los.Mas de repente tudo mudou quando minha Princesa completou 17 anos e meu Príncipe 16 anos e começaram a trabalhar como Jovem Aprendiz ,sentir que eles já não achavam mas graça de nossas brincadeiras e começaram dividir seus dias e noites com colegas e amigos,eu até tentava fazer o tempo voltar e acabava tudo em vão,fiquei muito aborrecida pois como qualquer Mãe que ama demais acabei chorando e chamei eles de ingratos no intuito desesperador de compaixão ,mas nada mudou,meu esposo que é um grande homem,companheiro nunca deixou de me apoiar e sempre me leva pra sair e me distrair pois ele também acabou sofrendo as consequências me vendo ir trabalhar triste e voltar mas triste ainda,mas nenhum passeio por mas lindo que fosse o lugar tinha sentido quando eu olhava para o banco de trás do carro e não via mas meus filhotes rindo e se divertindo.Sei que tenho que reagir o mas rápido possível,pois tenho consciência que eles precisam crescer,ter suas próprias responsabilidades,mas cada vez que tento parece que fica mas impossível e que a dor aumenta mas e já tomou todo meu ser,e a cada dia que passa sinto que estou afastando eles ainda mas com minhas atitudes egoísta.Pretendo procurar ajuda de um profissional,pois talvez só assim conseguirei vencer essa guerra interna comigo mesma.Uma grande abraço a todos e foi muito bom compartilhar esse momento com vocês que sabem exatamente o que estou sentindo e que de alguma forma não estou sozinha nessa.

    Gostar

    Comentar por Flavia teixeira | 22 de Abril de 2016 | Responder

    • Olá Flávia, a sua mensagem foi de uma mãe que esqueceu que além de mãe é mulher, esposa e uma pessoa que merece passear, se divertir, curtir a vida ter um objeto de vida para além dos seus lindos filhos, sua princesa e seu príncipe. Você acertou em cheio quando disse que compreendo a sua dor e que você não está mais sozinha nesta situação. Li e compreendi. Você está vivendo o luto dos filhinhos pequenos que não existem mais porque cresceram, e acredite, nossos filhos grandes já não veem muita graça nas cócegas que fazemos neles, mas adoram quando a gente quer escuta-los, compreendê-los, acolhê-los e conhecer o universo deles não para criticar, mas simplesmente para conheçer e curtir.
      Agora você precisa começar a olhar para si mesma e descobrir o que faz sentido na sua vida, qual é a sua vocação, como você pode contribuir com este mundo? Como você pode enriquecer e preencher a sua vida? O que você pode fazer com o seu tempo, sua vida e suas habilidades para realizar-se como pessoa? Além de ter sido uma ótima mãe?
      Um abraço,
      Léa

      Gostar

      Comentar por leamichaan | 26 de Abril de 2016 | Responder

  11. Sinto um certo alívio sabendo que compartilho de parte do dilema de várias mães, minha filha tem agora 18 anos e me pediu permissão para se casar ela já namora a 3 anos e o rapaz e muito boa pessoa, trabalhador esforçado e sei que a ama.Mas tá difícil deixar de encherga la como minha filhinha, sempre foi eu e ela o pai nunca foi presente, sei que ela est a feliz e não quero estragar esse momento da vida dela mas tenho medo de não suportar a dor do vazio. O que Fazer?

    Gostar

    Comentar por Alice Mônica | 23 de Maio de 2016 | Responder

    • Procure um objeto de vida para realizar-se quanto pessoa. Para preencher o seu tempo de forma útil, produtiva e que te torne uma pessoa realizada e feliz.
      Para nossos filhos damos raízes e asas, além disso, mesmo que ela esteja casada, vocês podem continuar amigas. Também cultive novas amizades e novas atividades de lazer e cultura,
      Um abraço,
      Léa

      Gostar

      Comentar por leamichaan | 24 de Maio de 2016 | Responder

  12. Achei que era a unica que esta passando por isso , chorei muito quando li tudo isso mas ao mesmo tempo me deu um alivio em saber que não estou sozinha nesse momento tão difícil . O pior de tudo é que alem de estar sofrendo com a ausência de meus filhos , ainda sofro com uma nora que afastou meu filho dos pais e meus netinhos também ficam distante . Mas não sei o que fazer ja fiz tratamento para depressão . Mas é só parar os medicamento que eu fico totalmente perdida e sem vontade de viver ! E o pior de tudo é que meu marido esta na mesma situação , ele ja chegou a falar que nosso casamento esta uma ( m……) sendo que ele também sente a mesma coisa . O que fazer para melhorar me ajude por favor !

    Gostar

    Comentar por Aparecida | 31 de Maio de 2016 | Responder

    • Para os nossos filhos damos raízes e asas. Agora está na hora de dar asas. Está na hora de você e o seu marido encontrarem formas de viver onde seus filhos e netos não sejam o foco principal de suas vidas. Está na hora de resgatar a vida de casal, pensar em viagens, passeios e maneiras de extrair riquesas da vida. É muito gostoso estar. Com os filhos e netos, mas Estevão pode ser o principal foco da vida de vocês.
      Um abraço,
      Léa

      Gostar

      Comentar por leamichaan | 6 de Junho de 2016 | Responder

      • Me identifiquei com as histórias e como a maioria chorei! Na minha família eram meu pai, minha mãe, meu irmão e eu… Sempre fui muito apegada a minha mãe, conversávamos por horas longas e não nós separavamos para nada!!! Mas a exatamente 5 anos atrás o destino mudou pois conheci meu atual marido e tive que mudar de estado(1000km de distância) dos meus país… Nesse meio de tempo tive dois filhos, vou de 3 em e meses visitar meus pais!! Sinto muita culpa quando vejo minha mãe sozinha, pois meu irmão não tem tempo de dar atenção e meu pai só chega em casa anoite … Ela não tem profissão e devido a isso passa Grande parte do tempo só!!! Tenho medo dela estar sofrendo por minha falta e falta dos netos ( únicos que tem) !!! As veses penso em abandonar minha vida e segui-lá mas meu marido não quer voltar pois o trtrabalho dele é aqui.. Tenho dúvidas : melhor estar perto do meu marido( muito bom marido) ou perto da minha mãe?

        Gostar

        Comentar por Lice | 27 de Junho de 2016

      • Sua mãe é a sua família de origem, o seu marido é a sua família nuclear e é esta a sua família hoje!
        Para nossos filhos nós damos raízes e asas! Você precisa dar isto para seus filhos também.
        A sua mãe pode vir passar um tempo na sua casa se for possível, você pode visitá-la a cada dois meses, e falar todos os dias pela internet.
        Você não deve de forma alguma abandonar seu marido e voltar para a casa de seus pais. Você já foi filha, agora é esposa e mãe!
        Um grande abraço,
        Léa

        Gostar

        Comentar por leamichaan | 11 de Julho de 2016

  13. A minha mãe foi mãe solteira e até hoje não tem ninguém, namorado nem nada. Eu ja tenho 23 anos, namoro, passo o final de semana na casa do meu namorado e ela fica me cobrando, fazendo drama por não ficar com ela aos domingos. Porém, quando ela tá de “namorico” ela some também, então não sei se é sindrome do ninho vazio ou egoísmo mesmo. Sempre que falo em sair de casa ou casamento ela fica nervosa. E fala também que tenho que construir uma casinha nos fundos pra ela morar. Não que eu queira sair de casa logo, mas é uma coisa que eu penso muito daqui uns 2 anos por exemplo… A minha meta agora é arrumar um namorado pra ela, pra ver se ela desapega um pouco de mim. rs Será que resolve? bjssss

    Gostar

    Comentar por JÉSSICA BARRETO | 30 de Agosto de 2016 | Responder

    • Ela é dependente emocionalmente de você e isto é ruim pra você e pra ela! Ela precisa se apegar em amigos, viagens, estudos, conhecer pessoas para namorar. E compreender que para os filhos nós damos raízes e asas.
      As cobranças dela pesam demais pra você, te tolhem a liberdade,
      Um abraço,
      Léa

      Gostar

      Comentar por leamichaan | 15 de Setembro de 2016 | Responder

  14. Olá! Fiquei emocionada com o depoimento da flavia. Estou convicta de que todas as boas mães se sentem assim qdo nossas crianças nos sinalizam que estao crescendo! Tenho duas filhas, 22 e 23. Nós quatro, sempre fomos muito unidos e saíamos bastante. De repente, eu e meu marido nos vimos quase “órfãos de filhas”. Durante a semana, nao sentia tanto, mas, nos passeios aos fds, sentia um vazio que doía. Apesar do meu marido ser bastante equilibrado, eu notava em seus breves comentarios que tbem sentia a falta delas no banco de trás do carro. Eu me pegava sempre fazendo planos p fds para quatro pessoas! Sempre dizia que criamos nos filhos para mundo…. Mas, qdo chega a nossa vez de encarar essa nossa filosofia, notamos que o “buraco é mais embaixo”. Sempre tiveram namorados, porem, este ultimo de uma delas, tem a afastado demais do convivio familiar, isto me faz sentir uma saudade que dói! Acredite, ela tem passado todo final de semana fora com o namorado (dois dias), e eu, tenho me sentido bem triste e incomodada. Estou tentando conviver com isso. O depoimento da flavia descreve bem o sentimento de uma mae qdo esta fase se inicia. Muitas pessoas dirão que sao problemas psicologicos. Nao é! É um sentimento normal de uma super mãe. Me considero bem resolvida emocionalmente, e tenho sofrido tbem com isso, e olha que isso vem ocorrendo há uns quatro anos! Às kvezes, choro, mas, ninguem sabe disso! Talvez estaria sofrendo mais, se nao fosse a minha falta de tempo. Eu e meu marido nos damos muito bem e saimos bastante, mas sentimos a ausencia delas sempre. Nao sei se estou errada, mas, acho que isso tera fim, com o casamento delas e com chegada de crianças na familia! Ao dizer que temos nos concentrar em outros projetos e ocupaçoes para desfocar os nossos filhos, entendo que pelo menos pra mim, nao foi e nem é bem assim, pois, quase nao tenho tempo pra nada, mas mesmo assim, ainda sinto a ausencia delas, dói muito! Bjs à todas !

    Gostar

    Comentar por Silvana | 7 de Setembro de 2016 | Responder

    • Agradeço o seu depoimento na certeza de que será útil para muitas mães!
      Um grande abraço,
      Léa

      Gostar

      Comentar por leamichaan | 19 de Setembro de 2016 | Responder

  15. Olà, há 15 dias meu filho de 19 anos saiu de casa, ele se encantou e ficou completamente apixonado por uma menina da mesma idade, porém ela já tem dois filhos, não trabalha e vive apenas com o que recebe de pensão dos filhos. Meu filho tbm não trabalha, largou tudo pra ficar com ela e passou a ignorar a mim e ao irmão (somos só nós tres, eu o caçula de 17 anos e ele de 19). Essa menina saiu de casa com 13 anos, vive de mentiras e ate a pouco tempo não tinha a guarda dos filhos. Sei que não é uma boa pessoa, vai contra tudo o que eu ensinei para o meu filho. Passo dias e noites pensando nele, se comeu, se esta bem. E pra piorar eles estão pagando aluguel numa casa de apenas um cômodo. Ele ia fazer faculdade, trabalhar na prefeitura e chutou tudo pro alto no momento em que eu falei que não aceitaria esse namoro. Por conhecer o histórico dela, dois filhos, adora ir pra fluxo, balada, se veste como uma periguei e tem apenas o ensino fundamental. Não sei o que fazer, ando angustiada mas disfarço o dia todo por ainda ter o caçula aqui, que alias tbm anda muito triste pela atitude do irmão que era tão amigo e companheiro. O que faço?

    Gostar

    Comentar por Breyd Baubinas | 19 de Janeiro de 2017 | Responder

    • Você fez bem em falar, o problema é saber como falar para o seu filho escutar!
      Ele está apaixonado pela moça e se você falar mal dela, você perde o seu filho. O caminho é saber falar com sabedoria. Ele precisa compreender que pode ter ela e ao mesmo tempo pode trabalhar e estudar. Uma coisa não exclui a outra.
      Se você validar e legitimar o sentimento dele pela garota, ele vai validar e legitimar suas palavras. Deixe de lado julgamentos morais. Quando a gente está apaixonado isto vira puro sermão, e a gente só perde a moral com os nossos filhos,
      Um abraço,
      Léa

      Gostar

      Comentar por leamichaan | 6 de Fevereiro de 2017 | Responder

  16. Olá, não sei como cheguei até esse post, estou sentindo um vazio muito grande no meu coração, uma sensação de medo, angustia, to me sentindo sozinha. Bem vou iniciar minha história, tenho 4 filhos, um filho já é casado, foi difícil pra mim quando ele se casou, sentia saudades de acordar e ver que ele já não estava mais em casa, de tomar café da manhã juntos, de conversarmos, mas como eu tinha meus outros filhos isso foi passando, de vez enquanto ainda sinto falta, mas superei, ficou apenas a preocupação mesmo, se está tudo bem e etc. Meu outro filho sempre foi muito mais independente, a pouco tempo foi morar com a minha mãe, que a um ano perdeu um filho (meu irmão), como eles moram pertinho de casa, sempre está por aqui, sempre estou por lá e assim vai. Mas o Problema maior vem agora, as duas meninas, sempre fomos muito apegadas e ainda somos, saímos juntas, nos divertimos, shows, cinema, jantar e sempre juntas, sempre fui muito aberta com elas, falava sobre tudo, desde novinha, tudo mesmo, as vezes elas dizem: mãe tu é louca, nunca vi mãe falar sobre esses assuntos com os filhos! Falava com elas sobre tudo, pq minha mãe não conversava muito comigo, então queria dar a elas o que eu não tive (amo a minha mãe e nunca tive coragem de sair da minha cidade por causa dos meus pais). Então, as meninas tem 19 e 21 anos, nunca namoraram, tiveram suas paixonites da adolescência, mas namora não, e eu nunca proibi, só que como a gente sempre estava se ocupando, isso não tinha acontecido, eu até tinha medo delas não encontrarem alguém pra dividir a vida. Finalmente estão na faculdade, e antes delas iniciarem o curso, eu sabia que não seria mais a mesma coisa, estão no 3º Semestre do curso de Engenharia Civil, e agora, a mais nova ta de paquerinha com um rapaz do curso, assim como a mais velha. Ainda fazemos as coisas juntas, mas percebo que as coisas vão mudar sim, elas estão percebendo que eu ando triste, não queria que fosse assim queria ficar feliz pela felicidade e independência delas, mas percebo que eu sou totalmente dependente do amor delas…Não sei o que fazer estou sentindo um vazio tão grande, como se fosse uma dor na minha alma, falta do que ainda nem perdi…Sou casada, meu marido não gosta muito de sair, também é muito introspectivo, perdeu a mãe e não foi mais o mesmo, por esse motivo me liguei muito as meninas…Preciso de ajuda sou ansiosa e já tive crises de Depressão, não sei como vai ser minha vida daqui por diante, preciso encontrar um sentido e aprender a viver novamente. ( sem falar que eu me sinto culpada por provavelmente ter causado a mesma dor a minha mãe). Pq as mães não são preparadas pra isso? Agradeço desde já

    Gostar

    Comentar por Maysa | 17 de Fevereiro de 2017 | Responder

    • Aos nossos filhos damos raizes e asas!
      Nossos filhos não são criados para ficarem com a gente, mas são criados para saírem para o mundo!
      Você não tem nada para se culpar em relação a sua mãe e nem culpar suas filhas em em relação o a você!
      Você transformou seus filhos em seu objeto de vida é isto é perigoso, porque eles saem do ninho e o ninho fica vazio…
      Agora é necessário encontrar uma ocupação que te realize e que preencha seus dias com algo que não dependa do outro. Pense em estudos, cursos, hobbies, entrar em grupos do seu interesse, retomar a carreira, talvez fazer uma terapia de casal para incrementar a relação, pro seu marido sair deste luto da mãe dele. A vida tem tantas coisas maravilhosas, você só precisa abrir os olhos para ver e desfrutar!

      Um abraço,
      Léa

      Gostar

      Comentar por leamichaan | 14 de Março de 2017 | Responder

  17. Olá, Sou Erica, tenho 19 anos, trabalho e faço faculdade, e estou bem triste e outro lado feliz, pois estou passando por uma fase boa e ao mesmo tempo um pouco complicada, a algumas semanas atrás eu e meu noivo demos a noticia para meus pais, que eu iriamos morar juntos..Minha mãe chorou disse que queria que acontecesse isso só quando eu me formasse e depois que ele e eu nos casasse mas logo ficou calma, meu pai aceitou, e ele está aparentemente bem, ao contrario de minha mãe que percebo que ao decorrer dos dias ela não está muito bem, e eu sinto uma tristeza, me culpo por ela está assim, sendo que eu sempre procuro ela, sempre ligo, e sempre vou visita-la, sempre procuro dar atenção a ela para que ela não pense que eu a abandonei, mas na realidade minha mãe sempre foi apegada a mim e ao meu irmão mais novo, ela sempre me quis do lado dela, sendo que ao passar do tempo eu fui crescendo e já não ia sendo a mesma coisa, ela diz que sente falta, eu fico triste, eu sinto saudades dela do meu pai e do meu irmão, ao mesmo tempo feliz por está ao lado do meu noivo, não sei o que eu faço quando vejo ela triste, não sei se vai demorar para que ela se acostume, queria saber o que posso fazer para que ela não fique assim com tanta saudade e triste.. pois é muito ruim pra mim saber que ela ta assim, na minha frente ela tenta não transparecer mais a conheço e sei que ela não esta bem, só pelo olhar dela. Queria uma ajuda em relação a isso.

    Gostar

    Comentar por Erica | 15 de Março de 2017 | Responder

    • Sua mãe transformou você e o seu irmão em objeto de vida dela e isto é muito perigoso porque para os nossos filhos nós damos: raizes e asas! E esta ma hora de sua mãe te dar as asas e ficar feliz por você!
      O fato dela ficar triste impede você de voar e fazer o seu ninho!
      Incentive a sua mãe de realizar algum curso, voltar a trabalhar em algo que ela ame… enfim, ajude-a a encontrar um objeto de vida, uma razão para ela viver! E quanto a você, viva a sua vida sem culpa! Desfrute de suas asas e seja muito feliz!
      Um abraço,
      Léa

      Gostar

      Comentar por leamichaan | 25 de Março de 2017 | Responder

      • Muito grata pela sua resposta!
        Abraços!

        Gostar

        Comentar por Erica | 27 de Março de 2017


Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: