Psicóloga Responde

Dicas úteis para o dia-dia

Para sair do estado de angustia, tristeza, ansiedade ou agonia

Queridos leitores, escutei uma linda história que transformou minha vida, porque desde então sempre que tenho um problema lembro dela e esta história me auxilia a sair do estado de angustia, magoa, tristeza ou agonia. Uma vez que meu trabalho é trazer bem estar à vocês, decidi compartilha-la:

Certo professor entrou na sala de aula.
Disse aos alunos para se prepararem para uma prova relâmpago.
Todos ficaram assustados.
O professor, como de costume, entregou a prova virada para baixo.
Quando puderam ver, para surpresa de todos, não havia uma só pergunta.
Havia apenas um ponto negro no meio da folha.
O professor, analisando a expressão surpresa de todos, disse:
Agora vocês vão escrever um texto sobre o que estão vendo.
Os alunos confusos começaram a difícil tarefa.
Terminado o tempo, o professor recolheu as folhas…
Colocou-se em frente à turma e começou a ler as redações em voz alta.
Todas, sem exceção, definiram o ponto negro…
Tentando dar explicações por sua presença no centro da folha.
Após ler todas, a sala em silêncio, ele disse:
Esse teste não será para nota, apenas serve de lição.
Ninguém falou sobre a folha em branco.
Todos centralizaram suas atenções no ponto negro.
Assim acontece em nossas vidas.
Temos uma folha em branco inteira para observar, aproveitar…
Mas, sempre nos centralizamos nos pontos negros.
A vida é um presente de DEUS…
Dado a cada um de nós com extremo carinho e cuidado.
Temos motivos pra comemorar sempre.
A natureza que se renova.
Os amigos que se fazem presentes…
O emprego que nos dá sustento…
Os milagres que diariamente presenciamos.
No entanto, insistimos em olhar apenas para o ponto negro.
O problema de saúde que nos preocupa…
A falta de dinheiro…
O relacionamento difícil com um familiar…
A decepção com as pessoas.
Os pontos negros são mínimos…
Comparando com tudo aquilo que recebemos diariamente.
Mas, são eles que povoam nossa mente.
Pense nisso: Tire os olhos dos pontos negros da sua vida!
Aproveite cada bênção, cada momento que Deus lhe dá.
Creia que o choro pode durar até o anoitecer.
Mas, a alegria logo vem no amanhecer.
Tenha essa certeza, tranquilize-se e seja feliz…
Que possamos sair dos pontos de sombra e acessar os pontos de luz!

Um leitor me perguntou se esta história é verídica e respondi que sim, ela acontece todos os dias com todos nós!

Um abraço,

Léa

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8 de Junho de 2015 Posted by | a arte de pensar | | 8 comentários

Admirável Arte de Pensar – Não basta pensar no que se fala. Mais importante é pensar no que se pensa!

Quando a gente pensa no que diz pode-se evitar magoar, ofender ou envergonhar outros. Pode-se evitar algum tipo de exposição e de intromissão. A palavra impensada tem o poder de nos transformar em algo que não queremos ser. Talvez ridículos, ignorantes, impacientes, pesados ou tolos. E, muitas vezes, ou na verdade mais verdadeira, mais mal do que fazemos a alguém ao dizer algo hostil, fazemos a nós por nos tornarmos pessoas agressivas e hostis.

Quando a palavra má, envenenada e cruel emana de nossos lábios, automaticamente, na mesma medida em que o ouvinte se ressente, nós nos tornamos maus, venenosos e cruéis. O que é pior? Ser um ser ressentido? Ou ser um ser venenoso e cruel?

Porém, a via para se pensar no que se diz é, antes de tudo, pensar no que se pensa. Porque quando pensamos naquilo que pensamos, em primeiro lugar já deixamos de dizer algo que não pensamos, e em segundo lugar, como disse Hamlet: “Nada é bom ou ruim. Tudo depende dos nossos pensamentos…”.

Quando pensamos naquilo que pensamos podemos pensar naquilo que dissemos ou fizemos para ter inspirado as palavras ou atos maldosos que recebemos ou, caso contrário, se não pensarmos naquilo que pensamos podemos ficar repetindo como um disco quebrado o mal recebido e este pensamento viciado não levará a entendimento algum.

Pensar em mudar o foco e deixar de enfocar só naquilo de mal que fizeram para nós, ou que num primeiro momento, erroneamente, pensamos que fizeram de mal para nós, e passar a olhar de fora para nós mesmos e procurar enxergar qual a nossa parcela de responsabilidade em tudo que acontece conosco. Não tenho duvidas que o outro também errou. Afinal o outro é tão humano e cheio de defeitos e falhas quanto nós.

Algumas vezes o outro pode até possuir mais defeitos do que nós, e outras vezes, pode acontecer que o outro errou mais do que nós erramos. Mas, mesmo assim, apontar e repetir quinhentas e oitenta e duas vezes o que o outro nos fez de mal não é pensar no que se pensa. É ser um disco quebrado. Que sofre, e sofre mais uma vez, briga, grita, se enraivece e não leva a nenhum entendimento e nem se desenvolve. 

Léa  Michaan, 17/04/2011

17 de Abril de 2011 Posted by | a arte de pensar, pensar | 5 comentários