Psicóloga Responde

Dicas úteis para o dia-dia

Prazer em conhecer

Olá, Este é o blog de Léa Michaan,

Psicoterapeuta, Psicanalista, Palestrante e escritora

Aqui você escontrará vários artigos e entrevistas  concedidos à mídia e a motivação é 

inspirar reflexões em você

A maioria são dicas úteis para a vida cotidiana

Tais como: educação de filhos, relacionamento afetivo, variações de humor, depressão, ansiedade, sentimento de solidão, compulsões, mania de consumo, desenvolvimento pessoal, entre outros

Qualquer Ideia, dúvida, comentário ou sugestão é muito bem vindo

leamichaan@uol.com.br

Acesso ao blog sobre: Como o cinema pode mudar a sua vida! Cinema e Psicanálise:

  http://cinemapodemudarsuavida.wordpress.com/

         Consultório:(011) 2628 1439     

     

Livro Maly –

Romance envolvente e inspirador – “impossivel parar de ler” – depoimentos dos leitores.

22 de Abril de 2009 Posted by | Sem categoria | 15 Comentários

Quando a amizade vira amor

Uma dica valiosa para quem se apaixonou pelo amigo ou amiga. Confira, este video pode ser muito útil pra você!

3 de Fevereiro de 2015 Posted by | amor | | Deixe o seu comentário

Como se tornar uma pessoa mais leve

Meus caros leitores, aqui compartilho um video sobre o segredo para você ser uma pessoa mais leve e consequentemente mais feliz!
Ser mais leve faz com que as pessoas queiram estar perto de nós, faz com que a gente goste da nossa companhia, e aumenta a nossa auto estima. Confiram, vale a pena!

3 de Fevereiro de 2015 Posted by | Sem categoria | | 5 Comentários

Sentimento de inferioridade

Atire a primeira pedra quem nunca se sentiu inferior? Este video foi uma entrevista que dei onde falo porque isto acontece e como podemos atravessar este momento em que nos sentimos pequenos e inferiorizados da melhor maneira possivel!

Vale a pena conferir!

14 de Dezembro de 2014 Posted by | sentimento de inferioridade | Deixe o seu comentário

Dar comida para a criança

Dicas para dar comida ao seu filho sem estresse!

14 de Dezembro de 2014 Posted by | Dar comida para criança | | Deixe o seu comentário

Solidão e a melhor maneira de lidar com ela!

14 de Dezembro de 2014 Posted by | Solidão e como lidar com ela | Deixe o seu comentário

Amor não correspondido. Dicas de como lidar com esta dor!


Caros leitores, tenho recebido muitas cartas de pessoas que sofrem de amor não correspondido, por isso, compartilho a entrevista que dei sobre este tema. Espero que seja útil para você!
Um abraço,
Léa

6 de Novembro de 2014 Posted by | amor não correspondido | | 17 Comentários

Carência afetiva, como curar-se deste mal?

Neste video compartilho dicas para preencher nosso vazio e nossa carencia por meio das várias pessoas que nos rodeiam, dos elementos da cultura e dos diferentes objetos do mundo. Te convido para checar e refletir.

30 de Outubro de 2014 Posted by | carencia afetiva | | 1 Comentário

A força do tempo na relação do casal

Os anos que se convive junto à alguém transforma-se em qualidade de amor.
Este tempo merece respeito e tem um peso e um valor que pode ser mais importante e relevante que a paixão desvairada. E é bom que assim seja porque o casal cria filhos, no caso deste filme eles também criam gado, criam uma história de vida e cumplicidade que tem a força de mantê-los unidos independentemente dos deslizes e das tormentas do fogo das paixões. O tempo transforma a relação afetiva em algo que é mais forte, mais intenso e mais real, por isso tem sustância.
Por fim, o filme transmite a ideia de que nem tudo precisa ser dito em palavras, pois, nossos gestos podem revelar maiores verdades do que os dizeres. No filme, ele não diz que sabe o que aconteceu em Paris e ela não diz que sabe que ele sabe, mas ambos permanecem juntos buscando sarar as feridas, renovando a pele machucada e marcada por meio da lama que simboliza o engodo, o sujo e lamacento dia-dia de um casal que convive junto há muitos anos e do mar de lágrimas que fica denso e por isso mesmo sustenta, uni e cura.

29 de Setembro de 2014 Posted by | a força do tempo na relação do casal | | Deixe o seu comentário

Emoções Congelantes

Meus caros leitores, algumas crianças que atendo no consultório insistem ha algum tempo para que eu veja o filme Frozen. Hoje assisti e compreendi a mensagem do filme e o apelo insconsciente das minhas crianças para que sejam por mim melhor compreendidas. Compartilho a análise do filme e sugiro aos adultos assistirem porque é enriquecedor!
Aí vai a análise:
Todos nós temos uma Anna e uma Elsa dentro de nós. Duas emoções irmãs que se revezam e às vezes se sobrepõem. Cada qual representa um estado psíquico pelo qual somos tomados e então congelados ou esquentados em nosso mundo interno podendo transbordar para fora de nós e atingir as pessoas e os objetos que nos rodeiam, tanto faz se é o estado mental é aquele que congela ou aquece, nosso entorno reflete nossa condição psiquica.
Do mesmo modo que ocorre com Elza, nossos intensos poderes, principalmente o congelante, também escapam de nosso controle e têm o poder de congelar e até matar objetos e pessoas do mundo que habitamos. Quando digo a palavra matar me refiro a matar no sentido de exterminar ou destruir uma relação que era quente e por meio de nossas “mãos” que representam nossos gestos congelamos e até petrificamos o outro.
Olaf, o divertido boneco de neve, representa as ações atrapalhadas que realizamos quando vivemos o conflito no qual somos tomados pela pulsão de congelar, no entanto, desejamos “desejar” esquentar.
Aquele que compreende o resultado do gesto congelante como uma tentativa desajeitada de fazer o bem torna o gesto passível de transformações ao longo do percurso da relação com o outro.
Afinal, todos nós ofertamos aos objetos do mundo facetas de nossa condição.
Se a condição é congelante ou aquecedora assim será a face dos elementos que compõem o nosso mundo

21 de Setembro de 2014 Posted by | Sem categoria | | 6 Comentários

Por que é tão difícil esquecer um grande amor?

Tenho recebido algumas cartas de leitores me perguntando porque sofremos tanto de amor? E porque é tão difícil esquecer um amor. Aqui escrevo uma resposta que pode elucidar a situação e ajudar cada um que passa por isso a ter mais consciência do que acontece em seu psiquismo e causa tanto sofrimento e dor na difícil tarefa de esquecer um grande amor:
Cada pessoa tem um ritmo pessoal e particular para se relacionar com o outro no tempo, no espaço, com as pessoas, com os objetos e os elementos da cultura. Assim sendo, cada um de nós necessita de um determinado tempo significativo e satisfatório de experiencia na relação com a pessoa amada que pode ser diferente do tempo do nosso parceiro. Então, quando não há sintonia entre o nosso tempo e o da pessoa amada sofremos para esquecer o nosso amor. Uma vez que ele ainda é uma amor para nós ao mesmo tempo em que deixamos de ser um amor para ele. Ou seja, nós ainda não acabamos de amar enquanto ele já terminou. Nós estamos no ainda e ele está no já, então, estamos fora de sintonia. Dito de outro modo, nós ainda estamos disponíveis para ele, ansiando por esta pessoa que já se tornou indisponível para nós, e isto dói muito. Pode ser que os propósitos que nos levaram a nos relacionar foram diferentes e se desencontraram, porque na medida que quero amar, o outro quer conquistar, ou seja, eu estou mais interessada no ser, e ele no ter, no estar que é relativo a conquista.
Agora você ainda pode perguntar por que sofro tanto? E eu te respondo, porque é na relação com o outro no tempo e no espaço que nós constituímos o nosso Eu desde que somos bebês na relação de ternura com a nossa mãe, até quando nos tornamos adultos na relação fraternal, de amizade e amorosa, por isso, o outro é vital em nossa vida. Portanto, se não há alguém significativo, ao invés de constituição do si, há dor que atravessa a nossa mente, o nosso corpo e o nosso ser.
Assim sendo, o ser humano carece de cuidados tanto quanto carece de alimento, água ou ar para a sobrevivência. Se não há alimento o corpo morre, se não há cuidados e afeto, a pessoa respira e o coração bate, mas o sentimento é como se ela estivesse morta, porque o cuidado atinge o corpo, a alma e a mente do humano e quanto mais a pessoa experienciar o afeto e guardar reserva de amor dentro de si, mais consegue constituir de forma abrangente o seu Eu que é formado pelo conjunto das experiências relacionais.
Quando não temos alguma pessoa significativa em nossa vida, sentimos o nosso Eu despencar numa experiencia de tédio que é ausência do sentido de tudo.
Como sair desse sofrimento?
Desenvolvendo a capacidade de nos alimentarmos afetivamente de várias pessoas, entre elas: amigos, familiares, colegas e pessoas do nosso convívio e, principalmente guardando na memória o afeto recebido.
O problema acontece quando nos sentimos impossibilitados de transitar entre as diferentes pessoas com as quais nos relacionamos e investimos todo o nosso afeto num único alvo, esperando que ele dê conta de todos os nossos anseios.
É importante lembrar que conforme pudermos guardar a memoria do afeto recebido dentro de nós, poderemos nos relacionar com mais tranquilidade com a pessoa amada e nos alimentarmos afetivamente inclusive dos elementos da cultura, como livros, filmes, musicas e experiências de vida, tornando-nos pessoas mais equilibradas nas relações afetivas, menos dependentes e assim sofreremos bem menos por amor.

Léa Michaan,
25/05/2014

25 de Maio de 2014 Posted by | Por que é tão difícil esquecer um grande amor? | | 21 Comentários

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 159 outros seguidores