Psicóloga Responde

Dicas úteis para o dia-dia

Prazer em conhecer


Olá, meu nome é Léa Michaan,

Sou Psicoterapeuta, Psicanalista e escritora

Este blog é formado pelo conjunto de vários artigos que escrevo e entrevistas que concedo à mídia e minha motivação é 

inspirar reflexões em você

A maioria são dicas úteis para a vida cotidiana

Tais como: educação de filhos, relacionamento afetivo, variações de humor, depressão, ansiedade, sentimento de solidão, compulsões, mania de consumo, desenvolvimento pessoal, entre outros

Qualquer Ideia, dúvida, comentário ou sugestão é muito bem vindo

leamichaan@uol.com.br

Acesso ao blog sobre: Como o cinema pode mudar a sua vida! Cinema e Psicanálise:

  http://cinemapodemudarsuavida.wordpress.com/

         Consultório:(011) 2628 1439     

     

Livro Maly -

Romance envolvente e inspirador – “impossivel parar de ler” – depoimentos dos leitores.

22 de Abril de 2009 Publicado por | 1 | 15 Comentários

Pensando de forma mais útil e produtiva

http://youtu.be/kQi1zHpVCs4Como pensar de forma mais útil e produtiva?

Esta é uma entrevista que concedi ao programa Mulheres onde falei sobre a nossa capacidade em desenvolver a mente para pensar e como superar as perdas e frustrações na vida!

Espero que seja útil e enriquecedor para a sua vida,
Um abraço,
Léa

18 de Abril de 2014 Publicado por | Sem categoria | Deixe o seu comentário

Como superar as dificuldades da vida

Como superar as dificuldades da vida

Uma entrevista sobre como superar as dificuldades da vida,

Há uma diferença entre atravessar uma dificuldade da vida e ser atravessada. Nós crescemos ao atravessar obstáculos, é isto que expande nossa mente para pensar e evoluir  

Clique na primeira frase e assista ao vídeo para saber sobre a inveja positiva e negativa, como lidar com perdas, com abandono, exclusão, rejeição e outras dificuldades da vida… O caminho de superar é através do diálogo interno. Saiba como conversar com você mesma e lidar da melhor forma possível com a adversidade.
Um abraço,
Léa

14 de Abril de 2014 Publicado por | Sem categoria | | 1 Comentário

Porque resistimos tanto a mudanças, mesmo que elas nos tragam benefícios?

Esta é uma entrevista que concedi à mídia e compartilho com vocês na esperança que seja útil para nos abrirmos à mudanças…
Porque mudar os hábitos e abandonar velhos vícios é tão difícil?
Cada um de nós encontra a própria maneira de ser e de viver que é a forma que nos foi possível para compensar, encobrir, conviver ou driblar nossas faltas, excessos, intrusões, carências, traumas, frustrações, superproteções, negligencias, privações, exigências, mimos ou sofrimentos desde que somos concebidos, no útero, ou até mesmo muito antes nos ideais de nossos pais. Este jeito peculiar de cada ser humano pode parecer aos olhos dos outros, e até de nós mesmos, uma forma às vezes incoerente, ou com vícios e até improdutiva, mas foi desse jeito que conseguimos nos equilibrar na vida apesar dos pesares. Esta forma as vezes cheia de vícios, improdutiva ou incoerente pode ter sido herdada da pessoa que foi nossa referencia no início da vida: mãe, cuidadores ou ambiente, mas, mais do que tudo é a maneira que encontramos pra sobreviver, é o que nos salvou do caos. Por exemplo, se somos compradores ou comedores compulsivos, pode ser a maneira que encontramos para tampar a carência que se formou dentro de nós e por isso sentimos necessidade de agregar objetos ou comida, como uma forma de “tapar o buraco”. O nosso excesso de tecido adiposo, ou o excesso de objetos que consumimos vorazmente é uma demonstração de que algo não vai bem é um pedido de socorro, e até uma esperança de sermos ajudados. Temos dificuldades em deixar a maneira viciante e improdutiva de ser porque de alguma maneira isto que nos faz mal, foi o que tínhamos para nos agarrar, foi nossa tábua de salvação e temos muito medo de deixa-la. E também, porque não nos conhecemos o suficiente para encontrarmos exatamente aquilo que vai nos preencher e realizar. Por isso é tão difícil largar antigos hábitos e vícios. Pode ser: cigarro, comida, mania de consumo, necessidade excessiva de namorar, enciumar, controlar, e por aí vai.
É comum mulheres criarem empecilhos que atrapalhem nestas mudanças?
Sim, sentimos muito medo de mudar, porque temos medo do desconhecido e estes empecilhos são nossas resistências. Tanto homens quanto mulheres podem ter dificuldade em mudar. Talvez a herança cultural transformou a mulher num ser, as vezes mais dependente, então sente mais dificuldade em mudar porque não se responsabiliza por suas ações. Mas esta colocação pode ser questionável.
Porque esta autossabotagem pode acontecer?
Autossabotagem é realizar um dano a si mesmo impedindo que as coisas deem certo. Fazemos isto por várias razões, uma delas é porque queremos ser vítimas nessa vida, ou seja, criamos uma teoria sobre nós mesmos de que somos vítimas e inconscientemente trabalhamos no sentido que a nossa teoria sobre nós mesmos tenha êxito. Se deixarmos de ser vítimas, inconscientemente, corremos o risco de não sermos nada, ou sermos vilões. Outra possibilidade é o masoquismo.
É muito difícil notar esta atitude negativa?
Sim, como disse o grande filósofo francês Jean Paul Sartre: “O inferno são os outros”. Além disso, as pessoas não se responsabilizam pelas próprias ações. Sempre costumam procurar culpados nem que seja o destino. Quando começamos a nos responsabilizar pela nossa vida, ela melhora. Mas a primeira dificuldade é nos percebermos, e a segunda dificuldade é mudar.
Como podemos enxergar esta autossabotagem?
Responsabilizando-se pelos nossos atos; pensando de forma útil e produtiva antes de agir; ou, fazendo uma boa análise com profissional.
Como podemos não cometer estes erros?
Isto é impossível, o ser humano é falível, ninguém tem bola de cristal para ver o futuro. Mas, o que pode ser feito para minimizar os erros é: entender que é errando que se aprende e aprender com a experiência. E mais do que tudo: desenvolvendo nosso aparelho para pensar.
Créditos: Léa Michaan – Psicanalista
Pós graduada em Psicoterapia Psicanalítica pela USP
Mestre em Psicologia Clinica pela PUC
Autora do livro Maly – Superação em forma de ficção

6 de Abril de 2014 Publicado por | Sem categoria | | Deixe o seu comentário

Sofrer de amor – Porque sofremos tanto por amor e de amor?

A maior dor no amor acontece quando as sintonias são diferentes. Nosso amor atual é seduzido por um terceiro, ou não, simplesmente deixou de encontrar em nós os elementos que o levava a nos amar, e enquanto isso, nós permanecemos com os sentimentos focados nele. Nossa mente está ocupada com ele e nós continuamos investindo em saudades, lembranças e desejos frustrados e direcionados a ele. Enquanto ele investe em outra pessoa ou objeto de vida.
Dói muito porque quando perdemos um amor, estamos perdendo um pedaço do nosso passado, presente e futuro.
No passado ele fazia parte da nossa vida e antes mesmo dele chegar, em nossos devaneios sonhávamos com aquele que completaria o “quadro” e quando o encontramos, temos a impressão que a figura do quadro se fechou.
No presente, dói viver sem aquela pessoa ao nosso lado. Nos flagramos sofrendo com a ausência dela.
E nosso futuro dói porque foi planejado junto a pessoa amada. Assim, ficamos sem chão, perdidos no tempo.
Contudo, não podemos perder de visa que a vida é formada por começos, meios e fins, e uma das dores, neste caso, é que o fim chegou antes do esperado. Outra dor é que estamos em sintonias diferentes e por isso no lugar da pessoa amada fica uma ausência profunda.
Porém, não podemos esquecer que esta dor é finita assim como tudo nesta vida porque como mencionei anteriormente nossa vida é formada constantemente de começos, meios e fins. Para que esta dor acabe é necessário não alimentá-la, mas o oposto, desnutri-la. Para isso, será preciso aceitar o término, então choramos um pouco ou um muito; vivemos o luto e cada um de nós no nosso ritmo único e singular, vamos nos libertando pouco a pouco para viver novos amores.
É necessário ter em mente que não há uma única pessoa que completa o nosso quadro afetivo, existem inúmeras possibilidades. Em cada fase, em cada estágio da vida, do mundo e de nós mesmos, outras pessoas podem completar a cena. Este que se foi não é mais aquele que fecha a figura que temos do amor.
Aceitar isto nos libertará de continuar investindo naquele que não nos dará retorno, apenas nos deixará mais e mais desnutridos. E assim, pouco a pouco, respeitando o tempo propício, como uma flor que se abre, nos abrimos para a vida e nos soltamos das amarras sufocantes da dor da ausência daquele que já foi, mas não é mais o amor de nossas vidas.

Léa Michaan,
21/01/2014

21 de Janeiro de 2014 Publicado por | sofrer de amor | | 18 Comentários

Sofrer por amor

 A maior dor no amor acontece quando as sintonias são diferentes.  Nosso amor atual é seduzido por um terceiro e enquanto isso, nós permanecemos com os sentimentos focados nele. Nossa mente está ocupada com ele e nós continuamos investindo em saudades, lembranças e desejos frustrados nele. Enquanto ele investe em outra pessoa.

Dói muito porque quando perdemos um amor, estamos perdendo um pedaço do nosso passado, presente e futuro.

No passado ele fazia parte da nossa vida e antes mesmo dele chegar, em nossos devaneios sonhávamos com aquele que completaria o “quadro” e quando o encontramos, temos a impressão que a figura do quadro se fechou.

No presente, dói viver sem aquela pessoa ao nosso lado. Nos flagramos sofrendo com a ausência dela.

E nosso futuro dói porque foi planejado junto a pessoa amada. Assim, ficamos sem chão, perdidos no tempo.

Contudo, não podemos perder de visa que a vida é formada por começos, meios e fins, e uma das dores, neste caso, é que o fim chegou antes do esperado. Outra dor é que estamos em sintonias diferentes e por isso no lugar da pessoa amada fica uma ausência profunda.

Também não podemos esquecer que esta dor é finita assim como tudo nesta vida porque como mencionei anteriormente nossa vida é formada constantemente de começos, meios e fins. Para que esta dor acabe é necessário não alimentá-la, mas o oposto, desnutri-la. Para isso, será preciso aceitar o término, então choramos um pouco ou um muito; vivemos o luto e cada um de nós no nosso ritmo único e singular, vamos nos libertando pouco a pouco para viver novos amores.

É necessário ter em mente que não há uma única pessoa que completa o nosso quadro afetivo, existem inúmeras possibilidades. Em cada fase, em cada estágio da vida, do mundo e de nós mesmos, outras pessoas podem completar a cena. Este que se foi não é mais aquele que fecha a figura que temos do amor.

Aceitar isto nos libertará de continuar investindo naquele que não nos dará retorno, apenas nos deixará mais e mais desnutridos. E assim, pouco a pouco, respeitando o tempo propício, como uma flor que se abre, nos abrimos para a vida e nos soltamos das amarras sufocantes da dor da ausência daquele que já foi, mas não é mais o amor de nossas vidas.

Léa Michaan,

21/01/2014

21 de Janeiro de 2014 Publicado por | Sem categoria | 2 Comentários

Os perigos psicológicos das redes sociais


Compartilho uma entrevista que concedi a mídia sobre o Face, seus perigos psicológicos e como conviver com a rede social de forma mais consciente.

19 de Janeiro de 2014 Publicado por | Sem categoria | | Deixe o seu comentário

Como transformar as adversidades em oportunidades

6 de Janeiro de 2014 Publicado por | Como transformar a adversidade em oportunidade | | Deixe o seu comentário

Terapia de casal – não use a memória como munição para atacar o parceiro

2 de Dezembro de 2013 Publicado por | Sem categoria | Deixe o seu comentário

Ciúmes, esta dor tem cura!

Ciúmes

22 de Novembro de 2013 Publicado por | Como curar o ciúmes | 1 Comentário

Como ser feliz? Reencontrando a esperança!

 

A pessoa psiquicamente mais adoecida é aquela que perdeu a esperança.

Quando digo esperança, é preciso destrinchar o significado desta palavra porque é útil ao colocar palavras num texto, saboreá-las até sentir o seu gosto e nutrir-se delas, transformando as palavras em pás que nos escavam nos alargam e aprofundam. Assim, a palavra ganha poder de nos fazer pessoas maiores.

Portanto, vamos pensar sobre o significado da palavra esperança, ou transforma-la em pá:

Esperança é a crença de que existe algo para esperar, almejar, acreditar, confiar e por isso vale a pena o esforço, que então deixa de ser esforço para se tornar vigor e ânimo que surgiu na certeza de que algo existe em algum lugar e em algum momento brotará.

Quanto maior for a esperança maior será a dedicação.

Mas, onde esta a esperança?  Encontra-se em dois lugares: 1- fora de nós. Trata-se de um fora com duas conotações: O fora espacial, que é no mundo, e o fora temporal que é na vida, no percurso de nossas vidas.

2- Dentro de nós, quero dizer que a esperança brota a partir da crença em nossos recursos e em nossas capacidades.

A felicidade encontra-se na intensidade, na duração e na frequência de nossa esperança interna e externa.

O ato de confiar na vida, no mundo e, principalmente em nos mesmos, nos invadi de energia e animo para realizar. A ação realizante é a felicidade em si. Realizar engloba o processo, o trabalho, o afinco e a dedicação, e quando digo dedicação refiro-me ao amor que emerge durante o feitio do trabalho.

Felicidade e esperança são amigas inseparáveis, uma não existe sem a outra. Portanto quando estivermos em busca da felicidade, procuremos a esperança e ao avistá-la estamos avistando a felicidade.

 

Léa Michaan,

21/07/2013

21 de Julho de 2013 Publicado por | felicidade e esperança | | 3 Comentários

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